30 de abr. de 2015

Stand By Me (1986) Tribute

Conta comigo (Stand by Me) é um filme americano de 1986, do gênero drama, dirigido por Rob Reiner. O título vem de uma música com o mesmo nome de Ben E. King (que toca durante os créditos finais) e é baseado no conto The Body (no Brasil, "O Outono da Inocência - O Corpo", presente na coletânea "As Quatro Estações"), de Stephen King. (via: Wikipédia)

Sinopse: Gordie Lachance é um escritor que recorda de um acontecimento pessoal no verão de 1959, quando tinha doze anos. Vivia numa pequena cidade do estado americano do Oregon e possuía três amigos que em certo dia saem juntos em busca do corpo de um adolescente que estava desaparecido na mata há mais de três dias. O que eles não imaginavam é que esta aventura se transformaria em uma jornada de auto-descoberta, que os marcaria para sempre.

23 de abr. de 2015

"A literatura não tem de partir dos clássicos"

Eu encontrei este artigo online e achei super válido, afinal de contas, quando criança, eu pouco me importava por literatura, pois um dos pontos-chave era esse: ler por obrigação o que não me interessava, e que por sinal, eu não entendia. Confiram:

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Há mais de dez anos, ao mediar uma oficina de leitura e escrita, um voraz leitor de Harry Potter me perguntou: “Qual é o autor menos chato: Machado de Assis ou José de Alencar?” A questão me intrigou: o que acontecia nas aulas de literatura daqueles estudantes para que os dois autores fossem considerados “chatos”? Durante oito anos investiguei, por meio de questionários e entrevistas com mais de 80 professores e 290 alunos, suas práticas de leitura literária.

O cenário é preocupante. Na maioria das aulas, o trabalho com o texto é substituído pela memorização dos períodos históricos literários e das características de época. Além disso, a leitura dos clássicos, difícil sem uma mediação adequada, dá lugar à leitura de resumos, que obviamente não dão conta dos romances estudados.

Por outro lado, a pesquisa constatou que os alunos leem! Talvez não aquilo que seus professores gostariam, mas o que lhes interessa: livros de aventura, cheios de ação, que dão origem a seriados, filmes e videogames e livros românticos, que as meninas devoram rapidamente. Essa “literatura de entretenimento” fica fora da sala de aula, sem direito a discussão ou reflexão.

Um primeiro passo para formar leitores críticos seria trazer a literatura de entretenimento para dentro da sala de aula. Trabalhar com o relato dessas leituras, debater a estrutura das narrativas, discutir seu apelo e sua recepção. É preciso partir do que os alunos leem para construir um repertório em comum. 

Depois disso, o segundo passo seria tomar espaço durante as aulas de português para a leitura de textos literários do cânone escolar. Ao contrário do que pensam muitos professores, ler em sala não significa “perda de tempo”. Diversas pesquisas indicam que a prática da leitura — tanto a conjunta, em voz alta, como a silenciosa e solitária — incentivam a formação de jovens leitores. Quando professor e alunos planejam e preparam a leitura de um livro, desvendando um texto, uma interpretação coletiva é construída e uma comunidade de leitores pode surgir. Essas comunidades são a base para o alargamento dos horizontes de seus integrantes. Talvez aí Machado e Alencar possam deixar de ser “chatos”...

Ao pensar sobre o ensino como uma prática da leitura literária, poderemos garantir a nossos alunos uma porta de entrada para a leitura de textos mais complexos e para essa nossa grande herança, o mundo da cultura escrita.

Artigo Via: Revista Galileu

[23 DE ABRIL]: DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO AUTORAL

O meu dia, o nosso dia!

(clique em cima da imagem para maior resolução)

22 de abr. de 2015

#EOCEOI - #CAP19

Segue mais um quote de "Entre o Céu e o Inferno", minha primeira obra.

(clique em cima da imagem para maior resolução)

 Por que você ainda está aqui ao meu lado depois de tudo que lhe contei?  minha pergunta se parecia mais com um desabafo  Eu não mereço uma pessoa como você. Você sempre foi a única coisa boa que a vida me apresentou e mesmo assim, até hoje, eu consigo lhe assombrar.

Ele ainda fitava-me com emoção nos olhos. Mas, nada falou. Apenas continuou escutando meu desabafo em silêncio.

 Max... Eu não mereço seu amor, sua proteção, sua atenção... Eu me sinto feliz e ao mesmo tempo tenho medo quando penso em ser tocada, em ser amada por você. Espero que você não me entenda mal, pois foi o único homem que me tocou decentemente, com amor.

A cada palavra dita, sentia Max mais próximo de mim.

 Eu tenho medo das coisas boas... Tenho medo de que um dia acabe e eu me encontre sem destino, novamente. Uma parte de mim morreu quando você partiu anos atrás, e hoje, com você ao meu lado por inteiro, sinto-me a mulher mais feliz do mundo. Max... Eu Te Amo!  declarei meu amor fitando-o com ternura.

Assim que terminei de pronunciar as últimas palavras, notei seus olhos alagados de emoção. Era como se ele esperasse há muito tempo por aquela declaração. Foi então que aproximou-se, e com as mãos em meu rosto, disse:

 Alex, por você eu enfrento até mesmo o inferno e por quantas vezes for necessário.

(Livro: Entre o Céu e o Inferno - Cap.19)

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20 de abr. de 2015

"E quem irá dizer que não existe razão?"

Porque me deu uma vontade de postar esse vídeo maravilhoso, com a história de uma canção que eu gosto muito, da saudosa Legião Urbana. Confiram:


"Eduardo e Monica" é uma canção composta por Renato Russo e lançada em 1986, no álbum Dois, do grupo Legião Urbana, e foi editada como o segundo single do álbum no mesmo ano. A canção, talvez uma das mais famosas da banda, narra, de forma linear, em quase cinco minutos, a história de amor de duas pessoas muito diferentes entre si. Sua letra é composta de frases bem-humoradas e humorísticas que descrevem as personagens ao mesmo tempo em que mostram a evolução de sua relação.

Via: Wikipédia