É com muita emoção que faço esse post, afinal foram meses trabalhando em cima do texto, junto da minha amiga, revisora e diagramadora Carla Fernanda (P.S.: Obrigada, Carlinha!). Pois bem, ele voltou! \o/\o/\o/ Agora repaginado, com uma nova revisão e uma linda diagramação. Para amantes de um bom drama e romance, eis essa belíssima pedida. Lembrando que o preço é $7,99, mas ele também está disponível no Kindle Unlimited. Adquira! Compartilhe! Avalie na Amazon e no Skoob! Sejam bem-vindos ao céu e o inferno!!!
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28 de fev. de 2020
Entre o Céu e o Inferno — Ele voltou!!!
Olá, lovers!

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8 de abr. de 2019
[Falando em]: SE EU NÃO TIVESSE TE CONHECIDO - Série
Deixa eu respirar antes de falar sobre essa lindeza de série, mais uma produção da Netflix, inspirada na obra de Sergi Bebel, com o título original de SI NO THAGUÉS CONEGUT. A propósito, maratonei ela em menos de vinte e quatro horas... E achei a produção de uma sensibilidade sem igual, com personagens que grudam na pele e um roteiro cativante. Agora vem junto conferir a sinopse, trailer, ficha técnica e o que eu achei de "SE EU NÃO TIVESSE TE CONHECIDO". 💘💘💘
Sinopse: Após perder a família em um trágico acidente, Eduard entra em profunda depressão. E ao tentar o suicídio, é impedido por uma senhora chamada Dra. Everest, uma astrofísica que propõe a ele viajar no tempo (em universos paralelos), o que ele aceita de prontidão, a fim de mudar a trágica história que partira o seu coração, tentando trazer de volta a sua mulher, Elisa, e os seus dois filhos.
FICHA TÉCNICA
Título Original: Si no t'hagués conegut
Título no Brasil: SE EU NÃO TIVESSE TE CONHECIDO
Ano produção: 2018
Dirigido por: Joan Noguera
Estreia no Brasil: 15 de Março de 2019
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Drama / Ficção Científica / Romance
Países de Origem: Espanha
Roteiro: Cristina Clemente, Sergi Belbel
Produtores: Jaume Banacolocha, Sergi Belbel
Elenco: Andrea Ros (Elisa
Pablo), Pablo Derqui (Eduard), Abel Folk (Joan), David Vert (Pere), Eli Iranzo (Roser), Javier Beltrán (Òscar), Mercedes Sampietro (Liz Everest), Miquel García Borda (Lluís Antich), Montse Guallar (Maria), Olalla Escribano (Míriam), Paula Malia (Clara), Sergi López (Manel).
Trata-se de uma mistura de drama com ficção científica, abordando as escolhas que tomamos em nossas vidas, levando-nos a questionar o famoso "E SE..." e suas possíveis vertentes, nivelando-as, às vezes, para propósitos não tão acalentantes. E isso se dá na vida de Eduard, ao perder a família em um acidente de carro do qual ele — de certo modo — carrega culpa. Quando o mesmo se vê em uma nova chance, ou seja, em universo paralelo, ele tenta (de todas as formas), mudar o destino trágico que teve sua família. Mas o destino não pode ser persuadido pelos seus anseios e, cada vez mais, ele se encontra numa sinuca de bico, sendo guiado para situações mais improváveis e — chego a dizer — de cortar o coração.
MINHAS CONSIDERAÇÕES:
Sabe aquele roteiro cheio de sentimentos e que te faz pensar na vida e suas escolhas?! Foi assim que senti ao assistir essa produção: fui, aos poucos, jogada para dentro da trama. Confesso que no início achei ela um pouco arrastada, mas conforme seguia os episódios, tudo se encaixava na mais perfeita harmonia, mesmo que os acontecimentos não fossem como eu (e o coitado do Eduard) desejava. Cada viagem feita pelo protagonista me deixava mais íntima dele, e cada perda me emocionou em demasia.
Este é um enredo para se sentir e, claro, refletir... Um drama para lá de dilacerante e surpreendente, uma especulação de como seria se pudéssemos mudar as coisas em um universo paralelo?! O que de fato escolheríamos: se estar ou não na vida daqueles que amamos?... Pois bem, essa trama mexeu tanto comigo que fica difícil dizer o turbilhão de emoções que senti ao assisti-la: cada episódio eu ansiava por mais, mesmo ficando de coração partido. E mesmo sacando a mensagem final, ainda assim não deixei de deleitar-me com esse conglomerado de sentimentos adversos. Eu me apeguei aos personagens, tão quanto ao enredo. E o final, mesmo sendo redondinho, deixou um gostinho de quero mais. Tenho que parabenizar aos envolvidos, principalmente na caracterização dos personagens nos anos noventa: é tudo tão perfeito que me fez querer voltar no tempo. O roteiro é assinado pelo criador da obra, Serj Bebel. Por fim, para quem curte um dramão daqueles, com uma magia que transcende o universo, eis essa belíssima pedida. 💘💘💘
MINHAS CONSIDERAÇÕES:
Sabe aquele roteiro cheio de sentimentos e que te faz pensar na vida e suas escolhas?! Foi assim que senti ao assistir essa produção: fui, aos poucos, jogada para dentro da trama. Confesso que no início achei ela um pouco arrastada, mas conforme seguia os episódios, tudo se encaixava na mais perfeita harmonia, mesmo que os acontecimentos não fossem como eu (e o coitado do Eduard) desejava. Cada viagem feita pelo protagonista me deixava mais íntima dele, e cada perda me emocionou em demasia.
Este é um enredo para se sentir e, claro, refletir... Um drama para lá de dilacerante e surpreendente, uma especulação de como seria se pudéssemos mudar as coisas em um universo paralelo?! O que de fato escolheríamos: se estar ou não na vida daqueles que amamos?... Pois bem, essa trama mexeu tanto comigo que fica difícil dizer o turbilhão de emoções que senti ao assisti-la: cada episódio eu ansiava por mais, mesmo ficando de coração partido. E mesmo sacando a mensagem final, ainda assim não deixei de deleitar-me com esse conglomerado de sentimentos adversos. Eu me apeguei aos personagens, tão quanto ao enredo. E o final, mesmo sendo redondinho, deixou um gostinho de quero mais. Tenho que parabenizar aos envolvidos, principalmente na caracterização dos personagens nos anos noventa: é tudo tão perfeito que me fez querer voltar no tempo. O roteiro é assinado pelo criador da obra, Serj Bebel. Por fim, para quem curte um dramão daqueles, com uma magia que transcende o universo, eis essa belíssima pedida. 💘💘💘

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19 de mar. de 2019
5 grandes razões para assistir “O Menino Que Descobriu o Vento”
Eu, Simone, já assisti essa lindeza de filme, inspirado em uma história real e adaptado pela Netflix. E por ter gostado tanto e, claro, visualizado esse artigo com as 5 grandes razões para assisti-lo, resolvi repostar o mesmo aqui no blog. Agora convido a todos para conferir essa dica para lá de especial, um filme repleto de reflexões e que transborda sentimentos adversos. Por fim, uma linda história verídica. Vem junto! o/
De tempos em tempos, um filme grande ampla repercussão na plataforma de streaming Netflix. Dessa vez, quem entrou com tudo foi a produção “O Menino que descobriu o vento”.
Abaixo, selecionamos 3 motivos indicados por Matheus Mans para o site Esquina Cultural e que julgamos relevantes reproduzir para o nosso público:
1- História emocionante
A trama de O Menino que Descobriu o Vento, da Netflix, conta a história de William (Maxwell Simba), um rapaz que vê sua comunidade entrar em colapso aos poucos, no coração da África. A democracia está ameaçada, sua família começa ter preocupações graves sobre dinheiro e comida e o clima começa a apresentar instabilidade. Com essa boa e pouco usual premissa, o roteirista, diretor e ator Chiwetel Ejiofor (protagonista de 12 Anos de Escravidão) tece uma produção que fala sobre um assunto pouco abordado em Hollywood sem preconceitos, clichês e narrativas fracas. É a vida e suas dificuldades em essência.
2- Boas atuações
Todo o elenco está bem, sem pontas soltas. Simba faz uma estreia extremamente madura e segura nas telonas. Passa uma confiança misturada com medo que é muito irracional no ser humano, exponenciada em situações-limite. Tem um futuro grandioso. Ejiofor, enquanto isso, tem plena segurança sobre a história que está contando. Afinal, ele toma conta da produção em várias frentes e domina a narrativa. Como um pai rigoroso, mas de bom coração, ele se sai muito bem. Algumas cenas dão raiva por suas atitudes, mas logo o espectador é recompensado com algum acalento. O restante dos coadjuvantes tem pouco espaço, mas funciona quando são exigidos em cenas mais dramáticas.
3- O final
O título demora para fazer sentido — só lá pelos 30 minutos finais que o objetivo central de William é revelado. É bonito e traz uma mensagem importante sobre ter confiança, segurança e perseverança, ainda que uma boa subtrama ambiental se perca no meio. Porém, essa mensagem é apenas a superfície. Há, aqui, uma importante história sobre família, amadurecimento, respeito e política. Sobre esse último ponto, aliás, há uma frase de roteiro excepcional: “democracias são como mandiocas importadas. Apodrecem rápido”. Diz muito sobre a África, sobre a América Latina e, especificamente, sobre o Brasil atual. É, em resumo, um filme que vai além de seus limites. Nós, aqui da CONTI outra, gostaríamos de somar mais duas razões que justificam esse investimento:
4- Ser baseado em uma história real
Não sei se isso também acontece com vocês, mas quando eu sei que uma história é baseada em fatos reais, ela passa ter um peso ainda mais emocional na minha experiência de assisti-lo. Nesse caso, “O Menino que descobriu o vento”, de William Kamkwamba , foi precedido pelo livro homônimo escrito pelo próprio autor e por diversas palestras e relatos de sua história, como a sua marcante participação na Ted. Confira abaixo:
5- Uma mensagem de esperança
O filme não é perfeito, mas sua mensagem é inspiradora, uma vez que dá um exemplo da capacidade humana de não perder as esperanças e de, frente a cada dificuldade, reinventar-se. É um relato profundamente humano e que nos lembra que, nossa vida é muito melhor e fácil do que pensamos que é, basta termos um olhar mais amplo e entender que existe muito mais coisa nesse mundão do que somos até mesmos capazes de imaginar.
1- História emocionante
A trama de O Menino que Descobriu o Vento, da Netflix, conta a história de William (Maxwell Simba), um rapaz que vê sua comunidade entrar em colapso aos poucos, no coração da África. A democracia está ameaçada, sua família começa ter preocupações graves sobre dinheiro e comida e o clima começa a apresentar instabilidade. Com essa boa e pouco usual premissa, o roteirista, diretor e ator Chiwetel Ejiofor (protagonista de 12 Anos de Escravidão) tece uma produção que fala sobre um assunto pouco abordado em Hollywood sem preconceitos, clichês e narrativas fracas. É a vida e suas dificuldades em essência.
2- Boas atuações
Todo o elenco está bem, sem pontas soltas. Simba faz uma estreia extremamente madura e segura nas telonas. Passa uma confiança misturada com medo que é muito irracional no ser humano, exponenciada em situações-limite. Tem um futuro grandioso. Ejiofor, enquanto isso, tem plena segurança sobre a história que está contando. Afinal, ele toma conta da produção em várias frentes e domina a narrativa. Como um pai rigoroso, mas de bom coração, ele se sai muito bem. Algumas cenas dão raiva por suas atitudes, mas logo o espectador é recompensado com algum acalento. O restante dos coadjuvantes tem pouco espaço, mas funciona quando são exigidos em cenas mais dramáticas.
3- O final
O título demora para fazer sentido — só lá pelos 30 minutos finais que o objetivo central de William é revelado. É bonito e traz uma mensagem importante sobre ter confiança, segurança e perseverança, ainda que uma boa subtrama ambiental se perca no meio. Porém, essa mensagem é apenas a superfície. Há, aqui, uma importante história sobre família, amadurecimento, respeito e política. Sobre esse último ponto, aliás, há uma frase de roteiro excepcional: “democracias são como mandiocas importadas. Apodrecem rápido”. Diz muito sobre a África, sobre a América Latina e, especificamente, sobre o Brasil atual. É, em resumo, um filme que vai além de seus limites. Nós, aqui da CONTI outra, gostaríamos de somar mais duas razões que justificam esse investimento:
4- Ser baseado em uma história real
Não sei se isso também acontece com vocês, mas quando eu sei que uma história é baseada em fatos reais, ela passa ter um peso ainda mais emocional na minha experiência de assisti-lo. Nesse caso, “O Menino que descobriu o vento”, de William Kamkwamba , foi precedido pelo livro homônimo escrito pelo próprio autor e por diversas palestras e relatos de sua história, como a sua marcante participação na Ted. Confira abaixo:
5- Uma mensagem de esperança
O filme não é perfeito, mas sua mensagem é inspiradora, uma vez que dá um exemplo da capacidade humana de não perder as esperanças e de, frente a cada dificuldade, reinventar-se. É um relato profundamente humano e que nos lembra que, nossa vida é muito melhor e fácil do que pensamos que é, basta termos um olhar mais amplo e entender que existe muito mais coisa nesse mundão do que somos até mesmos capazes de imaginar.
Gostou? Confira o Trailer
[Via]: Psicologia do Brasil

16 de dez. de 2018
[Falando em]: Muito Além dos Teus Olhos — de Janaina Soares
Hoje trago o meu parecer de um enredo lindo, uma trama recheada de coração. Eu baixei esse e-book gratuitamente, e afirmo que me deparei com uma bela surpresa. Agora convido a todos para conferir a sinopse e o que eu achei de "Muito Além dos Teus Olhos", obra da autora Janaina Soares, uma publicação independente.
Sinopse: Bento e Olívia são apaixonados desde a adolescência, mas impedidos de ficarem juntos. Em uma tentativa de fuga frustrada, são pegos e separados por um oceano quando ela é forçada a se mudar para Milão.
Treze anos depois, Olívia é uma mulher adulta e precisa retornar a sua cidade natal para lidar com mais uma mudança inesperada em sua vida. Ela reencontra sua família, inclusive Bento, um homem que não se parece mais com o adolescente rebelde que ela deixou para trás, por carregar cicatrizes profundas.
O que são treze anos e um oceano para quem se ama de verdade?
"Porque amar vai muito além do olhar..."
Uma linda surpresa! 💘💘💘
Na infância, os primos Olívia e Bento se casam de brincadeirinha. Na adolescência, envoltos por um sentimento vigente, tentam uma fuga, que é interrompida por Marisa, mãe de Olívia. Aos quinze anos Olívia é enviada para Milão, para ficar aos cuidados de seu avô e, claro, longe de Bento.
Na infância, os primos Olívia e Bento se casam de brincadeirinha. Na adolescência, envoltos por um sentimento vigente, tentam uma fuga, que é interrompida por Marisa, mãe de Olívia. Aos quinze anos Olívia é enviada para Milão, para ficar aos cuidados de seu avô e, claro, longe de Bento.
Não ligo a mínima para o fato de sermos primos nem para os olhares reprovadores das pessoas da cidade, que encaram nossa relação como um incesto, um ultraje à ética e caráter da família Perrone. Tudo o que quero é ele. Ele é o garoto mais incrível que já conheci, o mais divertido, alegre, apaixonado pela vida, cheio de confiança, e lindo de morrer. Que menina não iria se apaixonar? (Livro: Muito Além dos Teus Olhos, Cap.1)
O que era pra ser uma viagem de um ano torna-se uma estadia de anos; Olívia retorna após treze anos, agora como uma estilista famosa e noiva de Francesco. O motivo do retorno é a morte de sua amada avó, Teresa.
Treze anos e não estava preparada para isso. Em que momento da sua vida alguém te prepara para reencontrar a única pessoa que foi capaz de fazer seu coração saltitar dentro do peito? Onde a gente aprende a controlar as emoções quando a vontade é esquecer os bons modos e deixar que tudo venha à tona, de novo? (Livro: Muito Além dos Teus Olhos, Cap.3)
Bento, que sofria de glaucoma, hoje encontra-se cego; Olívia, que antes era corajosa, tornara-se fraca, vivendo à mercê de crises de pânico e depressão. A avó, Teresa, deixa em testamento para os netos a sua casa. E assim inicia-se um emaranhado de conflitos internos e querer.
— Eu sempre fui seu, pequena. Quando nos casamos de mentirinha — ele relembra, lambendo minha boca com malícia. — Quando tentamos fugir. — Mais uma lambida, e meu corpo estremece com suas carícias. — E quando jurei te esperar, há treze anos. — Bento encosta a testa na minha, suspirando pesado. — Eu te esperei, pequena. Aqui estou, pronto para você — ele encerra, e sorrio também, colando meus lábios aos dele. (Livro: Muito Além dos Teus Olhos, Cap.14)Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.
MUITO ALÉM DOS TEUS OLHOS é uma linda história de amor, daquelas que enternece o coração. Olívia e Bento é muito mais que dois primos apaixonados, eles simbolizam o que de mais verdadeiro possa existir. Eu, particularmente, me apaixonei pelo casal, cada qual com seus sabores e dissabores: no caso de Olívia, compreendi perfeitamente o seu impasse, pois sofro com os mesmos transtornos. A propósito, a escritora disse ter passado pelo mesmo, talvez por isso tenha se expressado tão bem. Da mesma forma, fomos conduzidos às limitações de Bento. Contudo, o que predomina é o amor, que nunca se apagara e que com o tempo e as dificuldades mostra-se mais forte. Os personagens secundários são de importância, dando um tempero especial na trama. O final revela alguns segredos, além de superações e ser fofo. O enredo, por si, traz uma bela mensagem. A escrita da autora é deliciosa, singela e entorpecente. Por fim, para quem curte um lindo drama/romance, eis essa excelente pedida. Eu me tornei fã e digo mais: "Leio até mesmo a lista de compras da Janaina!" o/
A trama é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está perfeita, no formato digital; e a capa é belíssima, condizendo com o enredo, estampando o casal protagonista e a casa herdada por eles.
Livro: MUITO ALÉM DOS TEUS OLHOS
Autora: Janaina Soares
Gênero: Drama/Romance
Publicação — Independente
Ano: 2018
Páginas: 356

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10 de dez. de 2018
[Falando em]: Que sorte a minha — de Gisele Souza
Hoje apresento-lhes uma divertida surpresa. Trata-se de um enredo baseado no conto "A sorte no azar" (NÃO, eu não li o conto!), da autora Gisele Souza. Eu baixei esse e-book gratuitamente e afirmo que já no prólogo ele me ganhou. Agora convido a todos para conferir a sinopse e o que eu achei de "Que sorte a minha", uma publicação independente.
Sinopse: Ter sorte na vida é algo bem relativo, para cada pessoa funciona de uma forma diferente. Você pode ser considerado alguém sortudo se tiver muito dinheiro, uma carreira brilhante e sair esbanjando mundo afora. Ou você pode ter sorte no amor; formar uma família feliz e perfeita... E pode acreditar que por simplesmente estar vivo já é alguém de sorte.
No geral, é aquilo, cada pessoa é diferente e vê o mundo de uma maneira singular.
Só que para Leo e Jully não é bem assim que funciona não. Se existe mesmo essa coisa de azar, esses dois pegaram todo o estoque ao nascer! E imagina qual seria o resultado de dois azarados se apaixonarem?
Qual a chance de isso correr bem?
Duas pessoas com sorte no azar vão tentar lutar contra as leis da física e até as conspirações do universo para viver um romance que tem tudo para dar errado, mas que a gente vai torcer para que dê certo.
Embarque nessa história e se divirta com trapalhadas, que tenho certeza, irá se identificar.
"Porque, à vezes, o sinônimo de azar é sorte..."
Uma grata surpresa!
Leandro (ou Leo) tem uma loja de autopeças e namora alguns meses com Antonella. Em uma noite, num jantar romântico (em um restaurante), prestes a pedir a namorada em casamento, leva um baita fora.
Mas, vamos lá, deixa eu me apresentar antes de começar as lamentações; meu nome é Leandro, mas pode me chamar de Leo. E eu vim contar a minha história; sou um cara azarado que teve um momento de sorte na vida. (Livro: Que sorte a minha, de Gisele Souza)
(clique na imagem para maior resolução)
Jullyana (ou Jully) é uma jovem taxista, solteira e a fim de dar um up em sua vida. Após marcar um encontro pelo Tinder, decepciona-se, e começa a fazer um detox de relacionamentos.
Meu nome é Jullyana, mas todo mundo me chama de Jully. Sou taxista, solteira, vinte e sete anos e sou do signo de Áries. Nunca tive muita sorte no âmbito amoroso, na verdade, não sou uma pessoa muito sortuda em tudo que se resume a vida. Mas claro que tive meus momentos raros. (Livro: Que sorte a minha, de Gisele Souza)
Depois de uma noite de porre pelo fora que recebeu, bêbado, Leo é colocado em um táxi para voltar para casa. Em meio as intempéries, Jully é a taxista que o atende.
— Acho que somos mais parecidos do que pensa. Eu sei onde você mora, quem sabe não apareço por lá para chorarmos as pitangas juntos? — Piscou um olho e sorriu, arrancando com o carro. (Livro: Que sorte a minha, de Gisele Souza)Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.
Sabe aquela história de que os dispostos se distraem?! Então... Em meio ao caos que é a vida de Leo e Jully, azarados ao extremo, quando ambos tinham tudo para dar errado, surge uma fagulha de sorte, unindo-os. É desta forma que a história é apresentada.
QUE SORTE A MINHA é nada menos que uma trapalhada de amor, um romance improvável que, por fim, torna-se provável. Com uma escrita simples e entorpecente somos introduzidos ao contexto, divertindo-se com os pensamentos e a maré de azar dos protagonistas, além de torcer muito por eles. Os personagens secundários aparecem pouco, porém têm suas pitadas de humor sarcástico que dá um tempero especial. O final é fofo... EU ADOREI! Eu li o livro num tapa, pois é uma breve trama. Por fim, para quem é fã de uma leitura leve e divertida, eis essa ótima dica.
A história é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, no formato digital; e a capa é muito fofa, estampando Leo e Jully.
Livro: QUE SORTE A MINHA
QUE SORTE A MINHA é nada menos que uma trapalhada de amor, um romance improvável que, por fim, torna-se provável. Com uma escrita simples e entorpecente somos introduzidos ao contexto, divertindo-se com os pensamentos e a maré de azar dos protagonistas, além de torcer muito por eles. Os personagens secundários aparecem pouco, porém têm suas pitadas de humor sarcástico que dá um tempero especial. O final é fofo... EU ADOREI! Eu li o livro num tapa, pois é uma breve trama. Por fim, para quem é fã de uma leitura leve e divertida, eis essa ótima dica.
A história é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, no formato digital; e a capa é muito fofa, estampando Leo e Jully.
Livro: QUE SORTE A MINHA
Autora: Gisele Souza
Gênero: Comédia-Romântica
Publicação — Independente
Ano: 2018
Páginas: 146

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29 de jul. de 2018
[Falando em]: Violet — de Giuliana Sperandio
Eu recebi essa lindeza de e-book em parceria com a autora Giuliana Sperandio (P.S.: Obrigada, Giu!). 💘💘💘 Trata-se do seu primeiro livro, um romance de encher os olhos e o coração. Agora convido a todos para conferir a sinopse, book trailer e o que eu achei de "VIOLET", uma publicação da The Books Editora.
Sinopse: Ela só queria fugir do seu passado e recomeçar uma nova vida. Os ventos do destino a levaram para o coração de uma cidadezinha pitoresca chamada Holambra, onde a esperança tem cheiro de flores. Ele é um viúvo que perdeu o seu grande amor, vivia apenas por sua filha e tinha perdido a fé em recomeços.
Duas histórias que se encontram, dois corações marcados por dores. Seriam eles capazes de enxergar os planos do destino para suas vidas?
O perdão é a chave, a esperança é a porta. Será que eles estariam prontos para atravessá-la juntos?
"Porque a liberdade tem cheiro de flor..."
Uma belíssima surpresa!
Violet Andrade é uma mulher de vinte e sete anos, que a fim de esquecer o passado turbulento e doloroso, finge-se de morta e foge de Brasília (Distrito Federal). Desta forma, ansiando por um recomeço, ela fixa moradia em Holambra, um município brasileiro do estado de São Paulo.
Não pretendia levar uma vida criminosa, apenas ter liberdade, direito a uma vida tranquila e, quem sabe, até ser feliz. (Livro: Violet, de Giuliana Sperandio)
(clique na imagem para maior resolução)
Logo de cara, ao chegar em Holambra, ela se torna amiga de Annya, garçonete de uma cafeteria. Violet passa a morar na pensão de Betsie, além de trabalhar como professora no Centro de Educação Infantil de Driek, ambos tios de Annya.
Eu precisava me permitir ser feliz de novo, afinal, tanto eu quanto Jozef merecíamos ser felizes novamente. (Livro: Violet, de Giuliana Sperandio)
Jozef mora em um sítio com a filha de seis anos, Elena (ou Leninha). Ele cultiva flores e há dois anos tornou-se o viúvo mais cobiçado da região. No entanto, é Violet que ganha a sua atenção, tornando tal interesse recíproco.
Na minha recente descoberta desse profundo sentimento que me tomava aos poucos, aceitei como um sinal de que ali, algo florescia além das flores, algo tão belo e profundo, mas ainda tão sensível e frágil que senti medo que simplesmente se quebrasse como num encanto. (Livro: Violet, de Giuliana Sperandio)
Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.
Antes de dar o meu parecer, quero parabenizar a autora, pois mostrou-se uma excelente contadora de história com seu primogênito literário.
VIOLET é um farfalhar de sentimentos adversos, uma linda história de superação e amor. Com uma trama bem desenvolvida e personagens que grudam na pele, fui conduzida a uma história enternecedora, onde todos (até mesmo os personagens secundários) tornaram-se especiais. A autora, com sua escrita singela e adornada em coração, soube detalhar em doses homeopáticas o contexto. A base da trama, mesmo enquadrando-se no gênero clichê, denota verdade e vontade de sentir-se parte do cenário. Eu, particularmente, tive horas de excelente entretenimento e, claro, muito amor. 💘💘💘 Violet, Jozef e Elena ganharam o meu coração, tão quanto Annya e Betsie. O final foi muito fofo, levando consigo uma belíssima mensagem, algo que acho essencial em um trama. E agora, mais do que nunca, senti vontade de conhecer o município de Holambra, com sua beleza e história, e quem sabe até encontrar um Jozef para abrilhantar os meus dias. A propósito, tenho que dizer: "Eu leio até mesmo a lista de compras da Giuliana!". o/ Por fim, para quem curte um belo drama/romance, que leva consigo uma importante mensagem, eis essa excelente pedida.
Livro: VIOLET
Autora: Giuliana Sperandio
Gênero: Drama/Romance
Editora: The Books
Ano: 2018
Páginas: 320

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19 de jul. de 2018
[Falando em]: Você e outros pensamentos que provocam arrepio — de Fred Elboni
Eu recebi essa lindeza de livro em parceria com a editora Sextante/Arqueiro, para resenhar no blog "Uma leitura a mais" e, claro, aqui também (P.S.: Obrigada, Arqueiro!) 💘💘💘. A propósito, já faz um bom tempo que acompanho e sou fã dos textos/pensamentos do Fred Elboni. Agora convido a todos para conferir a sinopse, teaser trailer e o que eu achei de "Você e outros pensamentos que provocam arrepio". Vem junto! o/
Sinopse: Você e outros pensamentos que provocam arrepio traz 50 crônicas que retratam as relações amorosas com sensibilidade e irreverência.
Profundo conhecedor da alma feminina, Fred Elboni já vendeu cerca de 200 mil exemplares. Agora, em seu sexto livro, ele revela seu amadurecimento como escritor num prazeroso diálogo que desafia as mulheres a encontrarem a própria liberdade, buscando dentro de si o poder e a coragem de se despir de seus medos, pudores, preconceitos e inseguranças.
Com uma linguagem leve e sexy, Fred apresenta pequenos flashs do cotidiano em deliciosos textos sobre paixão, sexo, encontros casuais, saudade, intimidade e afeto, explorando as múltiplas e imprevisíveis maneiras de experimentar o amor — e a si mesmo.
P.S.: Vídeo editado por Simone Pesci
"Porque o melhor arrepio é o do coração..."
Eis um belo varal de emoções!!!
Esse não é o meu primeiro contato com um texto do Fred Elboni, pois como já disse, eu o acompanho nas redes sociais. Contudo, é o primeiro livro dele que leio. o/ Trata-se de crônicas/contos escritos com coração, para tocar corações. Abaixo segue três quotes:
(clique na imagem para maior resolução)
É engraçado, mas quando digo que quero um amor de domingo todos se entreolham e me encaram, assustados, como se eu precisasse sempre viver um amor de sexta-feira. Mal sabem que todos os meus amores até hoje foram de sexta-feira. Eu sei: há quem procure um amor de sexta-feira porque já viveu muitos amores de domingo. Mas eu quero um amor de domingo porque os de sexta-feira eu já vivi todos os segundos. São as fases da vida, ora calmaria, ora aventura. (Livro: Você e outros pensamentos que provocam arrepio, Pág. 22)
A saudade brinca de doer e, injustamente, tira para dançar quem nunca ensaiou o adeus. Ela é uma lembrança de que houve o amor, seguida de dores que transportam a alma para um passado bonito, mas distante. Sentir saudade é perceber que alguém deixou em nós mais de si do que poderíamos suportar. (Livro: Você e outros pensamentos que provocam arrepio, Pág. 36)
Beijar você é um toque que faz contas na intimidade, que envolve carinho e uma canção da qual já compramos todos os direitos emocionais. Cantar pensando em você é uma brincadeira gostosa demais para não fazer com toda a verdade que há. (Livro: Você e outros pensamentos que provocam arrepio, Pág. 50)
(clique nas imagens para maior resolução)
Com uma escrita singela e envolvente, algo que já era de se esperar, fui conduzida a um amontoado de sentimentos adversos, marca registrada do autor.
VOCÊ E OUTROS PENSAMENTOS QUE PROVOCAM ARREPIO é um despertar da alma, um conglomerado de sensibilidade. Entre crônicas/contos que falam do cotidiano e, claro, sobre o amor, fui conduzida a questionamentos que tamborilam na minha cabeça... Um verdadeiro varal de emoções. Trata-se de um livro para quem é provido de coração, independente do sexo (se homem ou mulher). O autor tem uma singularidade que nos suga de forma bela, entre narrativa e poesia. Além das crônicas/contos, o leitor é presenteado com uma obra de arte, com algumas ilustrações, além de uma cartela de ímãs com uma das ilustrações e algumas frases. A capa, assim como o miolo, é linda de viver... Uma arte espetacular onde a alma feminina é despida. Por fim, para quem é apaixonado por textos adornados em coração, eis essa belíssima pedida.
O livro é narrado em primeira pessoa, com narrativa de fácil compreensão; a diagramação está perfeita, com espaçamentos e fontes em bom tamanho; e a capa, como eu bem já disse, é uma obra de arte, onde a alma feminina está despida para um novo florescer.
Livro: Você e outros pensamentos que provocam arrepio
Autor: Fred Elboni
Gênero: Crônicas/Contos
Editora: Sextante/Arqueiro
Ano: 2018
Páginas: 176

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12 de jul. de 2018
[Falando em]: Razão Para Ser Louca — de Ana Costa
Eu recebi essa lindeza em parceria com a autora Ana Costa (PS.: Obrigada, Ana!) 💘💘💘. Trata-se do seu mais novo lançamento — Razão Para Ser Louca — um livro com contos e crônicas. A propósito, já li e resenhei o primeiro trabalho da autora (para conferir a resenha, clique AQUI). Agora confira a sinopse e o que eu achei deste lançamento, uma publicação do grupo editorial Scortecci.
Sinopse: “Razão Para Ser Louca” é o novo livro da escritora Ana Costa, após o sucesso de “Volta, se houver motivo para voltar”, ganhador do prêmio Troféu Literatura 2017. No Razão para Ser Louca, 41 contos e crônicas se alternam entre vivências pessoais e anedotas kafkianas; situações cotidianas e extraordinárias; viagens e permanências; encontros e desencontros; impressões e expressões; medos e coragens; e encantamentos e desilusões. Todos narrados no estilo peculiar de Ana Costa, uma prosa direta, franca, e salpicada de muita emoção e, sobretudo, humor. Lembranças da infância; experiências de uma mãe de adolescente; amores europeus; vivências em Paris; cartas da avozinha querida; cargas mentais; bizarrices; e excentricidades também aparecem no livro, entre muitas outras razões para sermos loucos.
Uma grata e animada surpresa!
Por se tratar de um livro de contos/crônicas, antes de dizer o que achei, deixarei abaixo três quotes.
RAZÃO PARA SER LOUCA é uma sequência de contos divertidos e, ao mesmo tempo, reflexivos. Como já era de se esperar, eu me identifiquei com os pensamentos da autora e a cada virar de página pensava: "O que será que ela aprontou agora?!" Trata-se de relatos do cotidiano, narrados de forma singela e levando consigo uma verdadeira e cômica mensagem. A autora, por mais uma vez, está de parabéns!!! Além de inteligente e carismática provou novamente ser uma excelente contadora de histórias. Tenho por mim que quando a conhecer pessoalmente não conseguirei segurar o riso... Essa é a sensação que a leitura nos deixa, com ensinamentos e uma mente maquinando sobre todo tipo de assunto. Por fim, para quem curte uma leitura rápida, instigante e animada, eis essa excelente pedida. EU. MEGA. RECOMENDO. o/
Os contos/crônicas são narrados em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está ótima, com bons espaçamentos e excelente tamanho de fonte, adornado em papel pólen (o amarelinho); e a capa é singela e instigante, estampando o título da obra e o nome da autora.
Sinopse: “Razão Para Ser Louca” é o novo livro da escritora Ana Costa, após o sucesso de “Volta, se houver motivo para voltar”, ganhador do prêmio Troféu Literatura 2017. No Razão para Ser Louca, 41 contos e crônicas se alternam entre vivências pessoais e anedotas kafkianas; situações cotidianas e extraordinárias; viagens e permanências; encontros e desencontros; impressões e expressões; medos e coragens; e encantamentos e desilusões. Todos narrados no estilo peculiar de Ana Costa, uma prosa direta, franca, e salpicada de muita emoção e, sobretudo, humor. Lembranças da infância; experiências de uma mãe de adolescente; amores europeus; vivências em Paris; cartas da avozinha querida; cargas mentais; bizarrices; e excentricidades também aparecem no livro, entre muitas outras razões para sermos loucos.
"Porque de louco, todo mundo tem um pouco..."
Uma grata e animada surpresa!
Por se tratar de um livro de contos/crônicas, antes de dizer o que achei, deixarei abaixo três quotes.
(clique na imagem para maior resolução)
Enfim, na medida em que a vida passa, questiono mais e mais. E hoje a metade de minha alma, aquela que é anarquista, acordou com uma vontade danada de sentar com Deus e entender seus mistérios. Por várias razões, sobretudo, porque Ele poderia ter sido menos gozador quando formatou a espécie humana. (Livro: Razão Para Ser Louca, Pág. 33)
É assim, caro leitor, geralmente os doidos fazem coisas incompreensíveis na visão dos ditos normais, e em contrapartida, os ditos normais também fazem coisas incompreensíveis na visão dos doidos. As forças se convergem, ou seja, somos todos igualmente doidos. Afinal de contas, de acordo com Machado de Assis "de médico e louco todo mundo tem um pouco". Cada um a seu nível, cada um com sua loucura. É daí que vem a graça. (Livro: Razão Para Ser Louca, Pág. 111)
Como o tempo não para, quando me dei conta já era hora de retornar. Voltei compreendendo que o mundo está cheio de razões para ser louca, basta ter maturidade para encará-las — viajar é uma delas. O amor também. (Livro: Razão Para Ser Louca, Pág. 122)Com uma narrativa envolvente e — diga-se de passagem — para lá de engraçada, marca registrada da autora, fui conduzida a um amontoado de acontecimentos.
(clique na imagem para maior resolução)
Os contos/crônicas são narrados em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está ótima, com bons espaçamentos e excelente tamanho de fonte, adornado em papel pólen (o amarelinho); e a capa é singela e instigante, estampando o título da obra e o nome da autora.
Livro: RAZÃO PARA SER LOUCA
Autora: Ana Costa
Gênero: Contos/Crônicas
Ano: 2018
Páginas: 141

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29 de jun. de 2018
[Falando em]: Paraísos Selvagens — de Camila Dornas
Eu baixei essa maravilha gratuitamente (em formato digital). A propósito, já li um texto da autora (para conferir a resenha, clique AQUI), e tornei-me fã da mesma. o/ Agora convido a todos para conferir a sinopse e o que eu achei de PARAÍSOS SELVAGENS, uma publicação independente, obra da autora Camila Dornas.
Sinopse: Os anos 70 para Olivia vão muito além de sexo, drogas e rock n' roll. Filha de um jornalista rebelde em plena ditadura militar, Olivia é uma jovem revolucionária. Como se os soldados nos corredores das universidades e livros proibidos escondidos na estante não fossem o suficiente, seu ex violento volta para a cidade em busca de vingança, fazendo com que fantasmas do passado voltem a assombrá-la. Em meio ao caos que o país está vivendo, e seu próprio caos particular, Olivia vê em um homem misterioso que vive intensamente um porto seguro. Em um período tão conturbado, o que poderia salvá-la se não o amor?
"Porque há de se ter asas e voar..."
Um enredo maravilhoso!
Brasil, 1970 (Ditadura Militar)
Era para ser apenas mais uma tarde no parque, onde Olivia (com dezenove anos) e seu melhor amigo, Daniel, presenciam um jovem bêbado e provocando as autoridades, sendo levado pelos militares.
— Ou saímos daqui, calados como bons soldados, ou nos juntamos a ele na cadeia — retrucou, o maxilar cerrado e irredutível. (Livro: Paraísos Selvagens, de Camila Dornas)
(clique na imagem para maior resolução)
Além de sofrer com a ditadura militar, Olivia tem suas feridas do passado, onde, por inconsequência, ocasionou um acidente em que se machucou e matou sua irmã de sete anos, Cecília. Desde então ela tem uma relação insustentável com sua mãe (dona Adelaide), uma fervorosa cristã, além de sofrer com a loucura do seu pai, um jornalista rebelde.
Senti seu aperto em meu pulso, e arfei. O toque frio de sua pele contra a minha causou uma faísca de reconhecimento que continuava a me incomodar. Minha cabeça girou, as sensações ao meu redor empalidecendo momentaneamente. O sentimento de dejà vu não me deixava. Algo me dizia que a mão dele já havia estado exatamente no mesmo lugar antes. (Livro: Paraísos Selvagens, de Camila Dornas)
Prestes a cometer uma loucura, Olivia é contida por Lucas (um rapaz de vinte e um anos), que no passado, em um dos momentos que marcou de forma terrível a sua vida, lhe salvou. Agora, apaixonada por Lucas, e sendo perseguida por seu ex e impulsivo namorado, Max, ela tem que driblar não só a ditadura, mas as tribulações que a vida lhe impõe.
Se fosse outro dia, outro momento, outra pessoa, talvez eu não tivesse entrado naquele carro, não com o pôr do sol de aproximando e a noite caindo, trazendo com ela o horário em que todas as pessoas deveriam estar em casa. Mas não era outro momento, não era outro dia. E principalmente, não era outra pessoa. Era ele. Era Lucas. (Livro: Paraísos Selvagens, de Camila Dornas)Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.
Antes de dar o meu parecer, aviso que estou numa baita ressaca literária e que eu leio até mesmo a lista de compras da autora! o/ Se eu já tinha gostado de Subconsciente, agora, com veemência, afirmo: EU AMEI PARAÍSOS SELVAGENS!!! E, claro, tive que favoritá-lo no Skoob. 💘💘💘
PARAÍSOS SELVAGENS é um grito de liberdade, em todos os sentidos. Com uma trama bem amarrada e entorpecente, somos apresentados as intempéries que conduz a vida de Olivia. E dentre tantos acontecimentos dramáticos, eis um que a consome por completo, colocando a relação dela e de Lucas em jogo, uma situação dificílima de lidar, onde o coração terá de se mostrar ainda mais forte. Trata-se de uma trama onde o leitor refletirá sobre tudo o que já aconteceu. Contudo, a cereja do bolo é o romance entre Olivia e Lucas — diga-se de passagem — uma história linda. A autora tem o dom de escrever um assunto sério com delicadeza, abordando-o de forma plausível. Os personagens secundários são tão importantes quanto os protagonistas e o final, apesar de sofrido, é perfeito. Eu, particularmente, amo ler enredos como este, onde há uma abordagem séria e que carrega consigo uma belíssima mensagem. Digo que esse foi um dos melhores livros nacionais que li esse ano... A autora está de parabéns!!! Para quem é fã de um lindo drama/romance, eis essa maravilhosa pedida. EU. MEGA. INDICO. 💘💘💘
A trama é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, no padrão digital; e a capa é bonita, estampando o casal protagonista.
PARAÍSOS SELVAGENS é um grito de liberdade, em todos os sentidos. Com uma trama bem amarrada e entorpecente, somos apresentados as intempéries que conduz a vida de Olivia. E dentre tantos acontecimentos dramáticos, eis um que a consome por completo, colocando a relação dela e de Lucas em jogo, uma situação dificílima de lidar, onde o coração terá de se mostrar ainda mais forte. Trata-se de uma trama onde o leitor refletirá sobre tudo o que já aconteceu. Contudo, a cereja do bolo é o romance entre Olivia e Lucas — diga-se de passagem — uma história linda. A autora tem o dom de escrever um assunto sério com delicadeza, abordando-o de forma plausível. Os personagens secundários são tão importantes quanto os protagonistas e o final, apesar de sofrido, é perfeito. Eu, particularmente, amo ler enredos como este, onde há uma abordagem séria e que carrega consigo uma belíssima mensagem. Digo que esse foi um dos melhores livros nacionais que li esse ano... A autora está de parabéns!!! Para quem é fã de um lindo drama/romance, eis essa maravilhosa pedida. EU. MEGA. INDICO. 💘💘💘
A trama é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, no padrão digital; e a capa é bonita, estampando o casal protagonista.
Livro: PARAÍSOS SELVAGENS
Autora: Camila Dornas
Gênero: Drama/Romance
Publicação — Independente
Ano: 2018
Páginas: 334

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24 de jun. de 2018
[Book trailer]: Z-LAND UNIVERSO — DE ALDO COSTAS
Que eu sou fã da pessoa/autor isso não é novidade. A propósito, o Aldo Costas é parceiro aqui do blog (para conferir as resenhas já feitas de suas obras, clique AQUI, AQUI e AQUI). Atualmente estou copidescando o seu mais recente trabalho — Z-LAND, UMA ESTRANHA CANÇÃO NO FIM DO MUNDO — que em breve será publicado. Trata-se de um graphic novel noir, uma trama especulativa. Agora convido a todos para conferir o book trailer deste novo trabalho do autor. Vem junto! 🎬 📚
P.S.: Vídeo editado por Simone Pesci

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21 de jun. de 2018
[Falando em]: Desconcertos — de Ricardo Tagliaferro
Eu recebi essa lindeza em parceria com o autor Ricardo Tagliaferro. A propósito, quero agradecer o autor pela confiança e parceria. 🌷🌷🌷 Esse é o meu primeiro contato com um de seus textos e já adianto que: "Eu leio até mesmo a lista de compras do Ricardo!" o/ Confira agora a sinopse e o que eu achei de DESCONCERTOS, uma publicação independente.
Sinopse: Desconcertos é uma coletânea de contos que retratam a vida normal de pessoas comuns em seu cotidiano rotineiro.
Um homem bem-sucedido, mas infeliz; um fotógrafo abandonado por sua maior inspiração; um violinista com vontade de largar tudo; um padre desacreditado; e alguns outros relatos de quem decidiu viver à sua maneira.
Histórias fictícias que muito bem poderiam ser reais... e talvez até sejam. O que difere a vida dessas pessoas da nossa é o infortúnio.
Não se assuste caso se depare com um caso em que se identifique.
A vida é nada mais do que isso: viver.
"Porque somos todos eternos desconcertos..."
Um belíssimo grito no escuro!
Por se tratar de uma coletânea de contos, cada qual com sua particularidade, antes de dar o meu parecer deixarei abaixo três quotes da obra.
Ela, agora casada, seguia radiante para o fim já esperado. Ele, conformado, seguiu o caminho oposto, talvez obscuro, que o condenava. Duas vidas divididas pelo poder do livre arbítrio. Dentre todas as grandes escolhas, optou por ser padre, mas, se pudesse, teria escolhido não celebrar o casamento do amor de sua vida. (Conto: Enlace, Pág. 31)
Na manhã seguinte não havia ele, não havia ela, havia apenas as ondas libertadoras. Para os dois, as coisas mais importantes no final de suas vidas eram o mar e amar. (Conto: A Ilha, Pág. 79)
Ele encontrou dentro de casa a felicidade que tanto procurava fora, e fora castigado com o abandono. Não pela mulher com quem escolhera viver até o fim da vida, e sim pela própria mente, que o enganou, fazendo-o acreditar que, às vezes, tentamos plantar algo na terra do outro sem saber que a nossa terra, de todas, é a mais fértil. (Conto: Cotidiano, Pág. 115)
DESCONCERTOS é um farfalhar de sentimentos adversos, um retrato real da vida. O título da obra condiz com o seu propósito, apresentando contos singulares, cada qual adornado em sabores e dissabores. Há em cada conto um traçado melancólico, com infortúnios dos quais muitos são fadados. Trata-se de uma leitura rápida e de fundo reflexivo. Eu, como uma boa admiradora de textos que conduzem o coração, ADOREI!!! ♥♥♥ Por fim, para quem é apreciador (a) de uma breve leitura e recheada de sentimentos, eis essa belíssima pedida. o/
Os contos são narrados em primeira e terceira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, com bom espaçamentos e fontes um pouco maiores (o que facilitou ainda mais a leitura), adornada em papel pólen (o amarelinho); e a capa é singela e bonita, estampando o título da obra e o nome do autor.
Os contos são narrados em primeira e terceira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, com bom espaçamentos e fontes um pouco maiores (o que facilitou ainda mais a leitura), adornada em papel pólen (o amarelinho); e a capa é singela e bonita, estampando o título da obra e o nome do autor.
Livro: Desconcertos
Autor: Ricardo Tagliaferro
Gênero: Coletânea de Contos
Publicação — Independente
Ano: 2018
Páginas: 138

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1 de jun. de 2018
[Lidos]: Maio de 2018
Olá, lovers!
Como foram de leituras?! Bom, eu me enveredei em cinco leituras, cada qual me tocou de uma forma. E já adianto que amei todas!!! 💘💘💘 Agora convido vocês para conferir as minhas leituras de Maio. Vem junto! o/
(clique na imagem para maior resolução)
[clique no título para conferir a resenha]:

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[Falando em]: Doce Ilusão — de P. M. Mariano
Hoje apresento-lhes a sequência dessa saga que há tempos anseio ler (para conferir a resenha do primeiro livro, clique AQUI). E já de antemão agradeço a autora e parceira aqui do blog — Priscila M. Mariano — por enviar "Doce Ilusão", livro 2 da série "A Saga de Um Pintor". Confira agora a sinopse e o que eu achei da obra, uma publicação da Drago Editorial.
Sinopse: Até onde uma vida sofrida pode mexer com a psique de um ser humano? Felipe viveu um inferno na vida e, graças à sorte ou um milagre, está livre de todos os tormentos, pelo menos era o que pensava. Sua sina ao ter fugido do abrigo São Marcos, foi-lhe uma experiência amarga. Está livre! E para a sua felicidade, ao lado daqueles que mais ama. Acha ter controle de seus sentimentos, e que superou os reveses de sua vida. Vive conforme o dia a lhe dar trégua. Sempre amparado pelos amigos e àqueles que seu coração designou como a sua verdadeira família. Até que seu passado lhe surge à frente, dando-lhe uma rasteira e, toda tranquilidade que tinha, cai-lhe aos pés. Então, seus sonhos, sua felicidade, era uma realidade ou, simplesmente, uma doce ilusão?
Uma sequência dilacerante!
Felipe teve uma infância monocroma, sendo violentado pelo pai e passando por situações destrutíveis. Ao completar quinze anos, consegue fugir de seu novo atroz — Soares —, que comanda uma rede de prostituição. Ele volta a morar com Marcele (ex mulher do seu terrível pai já falecido), a pessoa que considera como mãe. Mas diferente do que imaginava, começa a ter um novo tormento, chamado Orlando, que o chantageia exigindo serviços sexuais, ameaçando as duas pessoas que ele ama — Marcele, sua mãe adotiva e Dulcinéia, empregada de Marcele.
Diferente do primeiro livro, que apresenta o início de uma triste infância, onde uma criança sofre horrores nas mãos daquele que deveria protegê-lo, essa sequência aborda as consequências de uma vida, inicialmente, destruída.
DOCE ILUSÃO é uma triste sequência, onde aborda o preconceito em nível elevado. Além da repulsa dos familiares devido a condição sexual de Felipe, há também a aceitação do próprio, julgando-se e acarretando incertezas. Apesar da abordagem dramática em grandiosidade, senti um pouco pela repetição de acontecimentos, focando na relação sexual de Felipe e André. Alguns acontecimentos foram corriqueiros por demais, mas, ainda assim, não deixaram de ser instigantes. O enredo, assim como no primeiro livro, conseguiu me prender, deixando-me instigada em saber o que virá depois de tantos tormentos.
A trama é narrada em terceira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está perfeita, com fontes e espaçamentos em bom tamanho, adornada em papel pólen (o amarelinho mais claro); e a capa é belíssima, estampando Felipe em um de seus tristes momentos.
Sinopse: Até onde uma vida sofrida pode mexer com a psique de um ser humano? Felipe viveu um inferno na vida e, graças à sorte ou um milagre, está livre de todos os tormentos, pelo menos era o que pensava. Sua sina ao ter fugido do abrigo São Marcos, foi-lhe uma experiência amarga. Está livre! E para a sua felicidade, ao lado daqueles que mais ama. Acha ter controle de seus sentimentos, e que superou os reveses de sua vida. Vive conforme o dia a lhe dar trégua. Sempre amparado pelos amigos e àqueles que seu coração designou como a sua verdadeira família. Até que seu passado lhe surge à frente, dando-lhe uma rasteira e, toda tranquilidade que tinha, cai-lhe aos pés. Então, seus sonhos, sua felicidade, era uma realidade ou, simplesmente, uma doce ilusão?
"Porque pior que uma doce ilusão é uma amarga verdade..."
Uma sequência dilacerante!
Felipe teve uma infância monocroma, sendo violentado pelo pai e passando por situações destrutíveis. Ao completar quinze anos, consegue fugir de seu novo atroz — Soares —, que comanda uma rede de prostituição. Ele volta a morar com Marcele (ex mulher do seu terrível pai já falecido), a pessoa que considera como mãe. Mas diferente do que imaginava, começa a ter um novo tormento, chamado Orlando, que o chantageia exigindo serviços sexuais, ameaçando as duas pessoas que ele ama — Marcele, sua mãe adotiva e Dulcinéia, empregada de Marcele.
Agora ele estava diante de seu prédio, taciturno, sentindo-se amargo, triste. Queria fugir daquilo, desesperadamente, esquecer. Não enquanto Marcele e Dulcinéia estivesse na mira daquele safado. Tinha medo de desaparecer e este fazer o que dissera. Atacá-las. Sabia que ele era louco o suficiente para fazer o que lhe havia dito. Estava tão entorpecido por seus sentimentos tristes que chegou a gritar assustado, quando se sentiu agarrado e com a boca tapada, bem seguro pela cintura, foi jogado dentro de um carro. (Livro: Doce Ilusão, Pág. 42)
(clique na imagem para maior resolução)
E novamente Felipe é capturado e enviado para a vila, ficando à mercê do cruel Soares. Contudo, ele é resgatado e volta a morar com Marcele e Dulcinéia, acabando por passar por uma nova tribulação.
O que realmente estava em jogo era o nome da família. Estremeceu, era como se nada antes a denegriria. Todos haviam esquecido Carlos Fabio. Voltou a olhar ao pai com atenção. Toda razão para aquele desconforto em relação a Felipe estava exatamente naquele problema, em Carlos Fabio. O menino fazia lembrar a família o pervertido que fora o primogênito dos Albuquerque. Ele era um incômodo. (Livro: Doce Ilusão, Pág. 81)
Apresentando a sua real condição sexual, o homossexualismo, é apaixonado pelo amigo André e, com isso, terá de enfrentar o repúdio da família.
— Você é um herói, Felipe! Você salvou a muitas crianças com o seu altruísmo. Salvou Tobias de um pai pervertido e a André — beijava-lhe os olhos com carinho, bebendo suas lágrimas — de um futuro desgraçado. (Livro: Doce Ilusão, Pág.136)Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.
Diferente do primeiro livro, que apresenta o início de uma triste infância, onde uma criança sofre horrores nas mãos daquele que deveria protegê-lo, essa sequência aborda as consequências de uma vida, inicialmente, destruída.
DOCE ILUSÃO é uma triste sequência, onde aborda o preconceito em nível elevado. Além da repulsa dos familiares devido a condição sexual de Felipe, há também a aceitação do próprio, julgando-se e acarretando incertezas. Apesar da abordagem dramática em grandiosidade, senti um pouco pela repetição de acontecimentos, focando na relação sexual de Felipe e André. Alguns acontecimentos foram corriqueiros por demais, mas, ainda assim, não deixaram de ser instigantes. O enredo, assim como no primeiro livro, conseguiu me prender, deixando-me instigada em saber o que virá depois de tantos tormentos.
A trama é narrada em terceira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está perfeita, com fontes e espaçamentos em bom tamanho, adornada em papel pólen (o amarelinho mais claro); e a capa é belíssima, estampando Felipe em um de seus tristes momentos.
Livro: Doce Ilusão
Autora: Priscila M. Mariano
Gênero: Drama/Romance
Editora: Drago Editorial
Ano: 2018
Páginas: 225

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22 de mai. de 2018
[Falando em]: A luz que perdemos — de Jill Santopolo
Eu recebi essa maravilha em parceria com a editora Arqueiro, para resenhar no blog "Uma leitura a mais" e, claro, aqui também (P.S:. Obrigada, Arqueiro!). 💘💘💘 Agora convido a todos para conferir a sinopse, book trailer e o que eu achei de "A luz que perdemos", obra da autora Jill Santopolo. Vem junto! o/
Sinopse: Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001. No mesmo instante, dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.
Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York.
Nos treze anos que se seguem, o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejo, ciúme, traição e, acima de tudo, amor. Lucy começa um relacionamento com o lindo e confiável Darren, enquanto Gabe viaja o mundo. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro.
Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados?
A Luz Que Perdemos é um romance impactante sobre o poder do primeiro amor. Uma ode comovente aos sacrifícios que fazemos em nome dos nossos sonhos e uma reflexão sobre os extremos que perseguimos em nome do amor.
"Porque somos nossas escolhas e consequências"
Um enredo maravilhoso! 💘💘💘
Lucy e Gabe se conhecem na faculdade, mais especificamente na aula de filosofia do professor Kramer, em 11 de setembro de 2001, quando o World Trade Center foi atacado e veio ao chão. Ela acompanha Gabe até o seu apartamento, que divide com três amigos, a fim de saber notícias sobre o trágico e devastador acontecimento. Durante aquele triste momento eles se beijam e se apaixonam.
Há momentos que alteram a vida das pessoas. Para tanta gente como nós, que morávamos em Nova York então, o 11 de Setembro foi um desses momentos. Qualquer coisa que eu tivesse feito naquele dia teria siso importante, teria sido gravado a ferro na minha mente e marcado meu coração. Não sei por que te conheci naquele dia, mas sei que, por isso, você passou a fazer sempre parte da história da minha vida. (Livro: A luz que perdemos, Pág.21)
O desejo entre ambos foi imediato, mas após a ligação de Stephanie (ex namorada de Gabe), dizendo que o seu irmão que trabalha no World Trade Center estava desaparecido, ele decide reatar com a ex. Lucy se distancia e sofre da sua forma, tal quanto Gabe. E depois de anos, quando Lucy está comemorando com as amigas seus vinte e três anos, eles se reencontram em um bar. Agora Gabe está solteiro e eles começam a se relacionar.
Kate tinha razão, é claro. Mas, àquela altura, não havia nada que eu pudesse fazer para alterar o nosso destino — o seu, o meu, o nosso. Eu assumo a responsabilidade pela decisão. Até hoje assumo. Nunca me senti tão viva quanto nos cinco meses que moramos juntos. Você mudou minha vida, Gabe. Fico feliz pela escolha que fiz. Livre-arbítrio, apesar do destino que nos esperava. (Livro: A luz que perdemos. Pág. 49)
Por cinco meses Lucy e Gabe moram juntos, porém ele decide seguir com seus sonhos, mudando-se de Nova York, passando a trabalhar como fotojornalista no Oriente Médio.
Herdamos as expressões de sofrimento de nossos antepassados pré-verbais, codificadas no DNA. Você estava mesmo partindo, em algum momento, mas nunca pude imaginar como seria. E foi um pesadelo. Como se o meu coração fosse frágil como vidro e alguém o jogasse no chão, quebrando-o num milhão de pedaços para depois esfregar o sapato nos cacos. (Livro: A luz que perdemos, Pág.72)
(clique na imagem para maior resolução)
Antes de qualquer coisa, quero dizer que a nota/referência na capa do livro, dizendo que os fãs de Um dia e Como eu era antes de você curtirão a obra faz todo sentido. Eu, particularmente, fiquei apaixonada por essa história e adianto que "leio até mesmo a lista de compras da Jill Santopolo". o/
A LUZ QUE PERDEMOS é uma sensível história de amor, uma impactante consequência de nossas escolhas, sejam elas viáveis ou não. Entre encontros e desencontros, querer e não poder, o leitor é arrebatado para dentro da vida de uma mulher que ama o passado tão quanto o presente. E que espera do futuro apenas continuar com o amor pulsando de forma vibrante dentro do peito. Não há como não se apaixonar com os dois amores de Lucy, ou seja, Gabe e Darren, pois ambos têm a sua porcentagem de sensibilidade e verdade. O contexto, em totalidade, me tocou de forma pessoal, deixando-me em alguns instantes inquieta e fazendo-me comparar algumas situações pelas quais já passei. Eu me senti como se fosse a protagonista, e assim como ela, me vi perdida. A questão do "será se..." é o ponto crucial da narrativa. Não há pior ou melhor escolha, há apenas escolhas e, claro, suas consequências. O final é de quebrar o coração e deixa uma belíssima mensagem. Se eu gostei?! NÃO, EU NÃO GOSTEI! EU MEGA, ULTRA, MAX, HIPER AMEI!!! 💘💘💘 Os direitos para o filme foi comprado, e eu estou ansiosa para conferir essa lindeza nas telonas. \o/\o/\o/
O livro é narrado em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, com fontes e espaçamentos na medida, adornado em papel pólen soft (o amarelinho mais claro); e a capa é belíssima, estampando vestígios de Lucy e Gabe em duas já não existente s Torres Gêmeas. Por fim, para você que curte um lindo drama, daqueles de partir o coração, eis essa maravilhosa pedida.
O livro é narrado em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está excelente, com fontes e espaçamentos na medida, adornado em papel pólen soft (o amarelinho mais claro); e a capa é belíssima, estampando vestígios de Lucy e Gabe em duas já não existente s Torres Gêmeas. Por fim, para você que curte um lindo drama, daqueles de partir o coração, eis essa maravilhosa pedida.
Livro: A luz que perdemos
Autora: Jill Santopolo
Gênero: Drama/Romance
Editora: Arqueiro
Ano: 2018
Páginas: 272

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12 de mai. de 2018
[Divulgando]: A CUCA — de Marcelo de Lima Lessa
Hoje apresento-lhes um teaser trailer que tive o prazer de fazer, do novo livro de Marcelo de Lima Lessa, autor de Gênesis Proibido e Evangelho Perdido (para conferir as resenhas dos livros, clique AQUI e AQUI). Agora o autor nos brinda com o primeiro volume do "Contos do Folclore Sombrio - A CUCA", ainda sem casa editorial e que, certamente, o quanto antes estará em uma excelente editora. Vem junto conferir o teaser! o/
P.S.: Vídeo editado por Simone Pesci

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10 de mai. de 2018
[Falando em]: Outlander, A Libélula no âmbar — de Diana Gabaldon
Eu recebi essa maravilha em parceria com a editora Arqueiro, para resenhar no blog "Uma leitura a mais" e, claro, aqui também (P.S.: Obrigada, Arqueiro!). Como fã incondicional da série, adianto que essa sequência está tão entorpecente quanto o primeiro livro (para conferir a resenha do livro 1, clique AQUI). Agora convido a todos para conferir a sinopse, trailer da segunda temporada da série, além do que eu achei de "Outlander, A Libélula no Âmbar #Livro2", obra da autora Diana Gabaldon. Vem junto! o/
Sinopse: Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII. O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?
Sinopse: Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII. O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?
"Porque até mesmo as facetas da alma são conspiradoras..."
Uma sequência apaixonante! 💘💘💘
Vinte e três anos se passaram e Claire Randall está de volta as Terras Altas, agora com Brianna (sua filha biológica com Jamie Fraser), que foi criada como filha legítima de Frank Randall.
— Por falar em círculos de pedra — disse ele rapidamente, acho que conheço o que você mencionou. É um belo cenário e não fica muito longe da cidade. — Sorriu diretamente para Brianna Randall, notando que ela possuía três pequenas sardas no alto da maçã do rosto. — Acho que vou começar este projeto com sua viagem até Broch Tuarach. Fica na mesma direção do círculo de pedras, então talvez... aaahh! (Livro: Outlander - A Libélula no Âmbar, Pág.19)
(clique na imagem para maior resolução)
A procura de notícias do passado, depois que Frank morreu e a fim de contar a verdade para Brianna, Claire, junto à Roger Wakefield (atual historiador e neto do reverendo já falecido Reginald), inicia uma busca incessante por documentos que lhe mostrem a verdade.
—"JAMES ALEXANDER MALCOLM MACKENZIE FRASER" — leu em voz alta. — Sim, eu o conheço. — Sua mão desceu pela pedra, afastando a grama espessa e alta ao redor, ocultando a linha de letras menores em sua base.
—"Amado esposo de Claire" — leu ela. (Livro: Outlander - A Libélula no Âmbar, Pág.78)
Deparando-se com a lápide de Jamie, tendo a certeza de que ele morrera, Claire decide contar a verdade para Brianna e Roger.
— Um deles, um Fraser do regimento do senhor de Lovat, escapou... — repetiu Roger em voz baixa. Ergueu a cabeça da página e fitou os olhos dela, arregalados, sem nada ver, como os de um cervo hipnotizado pelos faróis de um carro que avança.
— Ele pretendia morrer no campo de batalha de Culloden — murmurou Roger. — Mas não morreu. (Livro: Outlander - A Libélula no Âmbar, Pág.877)
(clique na imagem para maior resolução)
Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.
Tendo em vista o último quote, há de se achar que a sequência da história inicia-se nesse ponto, ou seja, com Claire retornando após vinte e três anos ao passado. Mas não se enganem, pois trata-se de uma breve introdução.
OUTLANDER, A LIBÉLULA NO ÂMBAR é uma apaixonante sequência de acontecimentos, que conduzirá uma linha pra lá de tênue, apresentando novos fatos e consequências. A narrativa, em totalidade, se passa após o período em que os protagonistas fogem das Terras Altas (no final do primeiro livro), viajando pelo mar e fixando moradia na França, onde planejam mudar o futuro. Eu me apaixonei ainda mais pelo contexto. Talvez o fato de ter assistido a série antes, tenha tirado um pouco a gana em saber sobre os acontecimentos. No entanto, foram 890 páginas entre aventuras cômicas e perturbantes, embates políticos, liderança e, claro, amores e desafetos. A história mostra um outro lado de Jamie, onde ele se torna negociador e líder. É claro que ele me fez suspirar por diversas vezes. Claire, por sua vez, é introduzida na sociedade Parisense com ousadia, ajudando aos necessitados enfermos, e correndo sérios riscos por estar grávida. Se eu gostei?! A resposta é NÃO! EU NÃO GOSTEI! EU MEGA, ULTRA, MAX AMEI!!! 💘💘💘 "E leio até mesmo a lista de compras da Diana Gabaldon!" o/ P.S.: Logo menos darei início a leitura do terceiro livro.
A trama é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está boa, com espaçamentos na medida, porém as letras são um tanto miúdas (o que dificultou um pouco a leitura), adornada em papel pólen soft (o amarelinho mais claro e liso); e a capa é belíssima., estampando uma das cenas que Jamie e Claire protagonizam. Por fim, para você que é apaixonado(a) por um lindo romance cheio de reviravoltas, eis essa sensacional pedida. \o/\o/\o/
A trama é narrada em primeira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está boa, com espaçamentos na medida, porém as letras são um tanto miúdas (o que dificultou um pouco a leitura), adornada em papel pólen soft (o amarelinho mais claro e liso); e a capa é belíssima., estampando uma das cenas que Jamie e Claire protagonizam. Por fim, para você que é apaixonado(a) por um lindo romance cheio de reviravoltas, eis essa sensacional pedida. \o/\o/\o/
Livro: OUTLANDER, A LIBÉLULA NO ÂMBAR (LIVRO 2)
Autora: Diana Gabaldon
Gênero: Romance/Aventura
Editora: Arqueiro
Ano: 2018
Páginas: 890

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