Quando criança, Jane Eyre era infeliz e torturada por seus parentes horríveis. Eu realmente chorei durante toda a primeira metade do livro ao ver o quão cruel as pessoas que a criaram foram. Seu primo, John, era o pior. Ele sempre a lembrava que ela era órfã, as crianças a excluíam de suas brincadeiras e ela era punida sendo trancada no quarto em que seu tio morreu. No início, Jane nutriu ressentimentos. Ela confrontou sua tia antes de sair para o colégio interno, e basicamente lançou essa família para fora de sua vida. Quem não faria? Mas ela aprendeu muito sobre “deixar ir” quando foi enviada para o colégio interno e fez amizade com uma menina doente chamada Helen. Como observou Helen, “… a vida é curta demais para ser gasta com animosidades, só pensando nos acontecimentos ruins.”
2. Seu desejo deve decidir o seu destino.
Você pode fazer o que você quiser fazer. Cabe a você, e o quanto você realmente deseja algo, determinar se irá ou não acontecer. Jane enfrentou muitas adversidades em sua juventude. As pessoas constantemente eram mesquinhas com ela, e ela foi levada a se sentir muito insignificante. Mas ela acreditou em si mesma e em sua capacidade de superação. Apesar de não ter família nem dinheiro, ela encontrou um emprego e conseguiu viver bem. E sabe o que mais? Apesar de que, durante a maior parte do livro, apenas coisas ruins acontecem com ela, ela ainda continuava a viver o “felizes para sempre”.
3. Diga ao cara que você quer sair com ele!
Jane disse: “É loucura para qualquer mulher alimentar dentro de si um amor secreto que, se não correspondido e não revelado, acabará por devorar-lhe a vida. E que, se descoberto e correspondido, acabará por levá-la ao caminho da desgraça, do qual não há volta.”* Nutrir algo em segredo pelo atendente do café ou pela pessoa que você vê no metrô todos os dias não vai levá-la a lugar nenhum. Simplesmente chame-o para sair. Vai ser muito menos doloroso do que ficar suspirando em silêncio.
4. Amar e respeitar a si mesma é essencial, e é a chave para a independência.
Quando aquela voz interior que todos nós temos em nossas cabeças confrontou Jane e a questionou sobre quem se importaria com ela agora que ela havia deixado Rochester, ela respondeu: “Eu me importo comigo mesma. E quanto mais solitária, sem amigos e sem sustento, mais eu vou me respeitar”.* Jane sabia que se casar com aquele homem, que já era casado com outra, era errado, não importava o quanto ela o amava. Ela tinha muito amor e respeito por si mesma para se casar com alguém que a tinha enganado (embora eu sei, eu sei. Ela se casou com ele mais tarde. Mas, a essa altura, ela já tinha tido tempo suficiente para refletir e pensar sobre a situação ao todo e chegar a suas próprias conclusões, ao invés de deixar Rochester convencê-la de que tudo bem se casar).
5. Seja positiva.
Quando Jane Eyre era mais jovem, ela tinha a tendência de sentir pena de si mesma. E ela tinha muito sentimento de pena! Sua vida era miserável. Mas, conforme ela ficava mais velha, ela começou a ver que tudo tem uma fresta de esperança. Ela aprendeu a ser feliz, apesar de seu passado. Ela relatou quando ainda criança que, mesmo para ela, “…a vida mostrava alguns raios de sol.”


