1 de mai. de 2018

[Lidos]: Abril de 2018

Olá, lovers!
Como foram de leituras?! Eu me enveredei em cinco obras: umas me tocaram mais; outras me tocaram menos. Bem ou mal todas me tocaram. 📚♥ 📚 Agora convido a todos para conferir as minhas cinco leituras de Abril. Vem junto! o/ 



[Clique no título para conferir a resenha]:

30 de abr. de 2018

"Curiosidades sobre livros e leitura"

Augusto Cury diz que, “a maior aventura de um ser humano é viajar, e a maior viagem que alguém pode empreender é para dentro de si mesmo. E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro, pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros, mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas e descobrir o que as palavras não disseram…” Confira agora algumas curiosidades sobre livros e leitura.

A maior biblioteca do mundo 
Você sabia que a maior biblioteca do mundo fica na capital dos EUA, Washington D.C.? É a Biblioteca do Congresso e ela conta com mais de 155 milhões de livros, jornais, vídeos, revistas e outros artigos. 

A biblioteca mais bonita 
Eleger uma só biblioteca para esse título não é tarefa fácil. Uma das mais citadas nesse quesito é a Biblioteca do Colégio da Trindade, que fica na Irlanda. Mas ela não é só bonita por fora, por dentro você encontra muito conteúdo com 4,5 milhões de livros, dentre eles o Livro de Kells, um manuscrito feito por monges celtas por volta do ano 800. 

Academia Brasileira de Letras 
Fundada em 20 de julho de 1897 por escritores como Machado de Assis, Lúcio de Mendonça, Inglês de Sousa, Olavo Bilac, Afonso Celso, Graça Aranha, Medeiros e Albuquerque, Joaquim Nabuco, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay e Ruy Barbosa – tem como objetivo o cultivo da língua portuguesa e da literatura brasileira. Tem como grandes curiosidades o fato de ser a primeira academia do mundo a eleger uma mulher para sua presidência, a escritora Nélida Pinõn, em 1995. 

Pioneiro na máquina de escrever 
O primeiro livro feito em uma máquina de escrever é do autor Mark Twain, o “Adventures of Tom Sawyer”. 

Shakespeare roteirista de cinema 
Estima-se que mais de 500 filmes foram feitos a partir das obras de William Shakespeare. 

A autora mais traduzida 
Agatha Christie acumula 6.598 traduções de contos, romances e peças teatrais, de acordo com dados da UNESCO. 

Victor Hugo prolixo 
A frase mais longa impressa em um livro vem da obra “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, com 823 palavras. 

Os livros mais vendidos do mundo 
Em primeiro lugar, como livro de ficção, está “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, em segundo vem “O Conde de Monte Cristo” e, na terceira posição, “Um Conto de Duas Cidades”, de Charles Dickens. 

Alice censurada 
“Alice no País das Maravilhas”, obra de Lewis Carroll, foi proibida de ser vendido na China. A alegação era a de que o livro tinha personagens “animais que falavam”. 

Queime os livros! 
Ainda bem que esse último desejo não foi realizado! Franz Kafka mandou queimar os manuscritos de “O Castelo”, “O Processo” e “Amerika”, pois não queria que eles fossem lançados. 

Página por página 
Na Idade Média muitos livros eram reproduzidos à mão por monges. Eles copiavam página por página, embora muitos fosse analfabetos. 

Feriado nacional 
A Irlanda é o único país a dedicar um dia para um livro. Em 16 de junho ocorre o Bloomsday, em homenagem a Leopold Bloom, protagonista de Ulisses de James Joyce.

[Artigo via]: Blog Poeme-se

29 de abr. de 2018

[Falando em]: Quando o Mal Tem Um Nome — de Glau Kemp

Amante do gênero, assim que vi o e-book gratuito o baixei. Eu já tinha curiosidade de ler esse texto, pois encontrei pareceres positivos sobre ele na rede. Agora convido a todos para conferir a sinopse e o que eu achei de "Quando o Mal Tem Um Nome", obra da autora Glau Kemp, uma publicação independente que acabou de ganhar uma excelente casa editorial, a Galera Record.


Sinopse: “Sinto medo. O tipo de medo que persegue até a presença de outras pessoas. Segue até a luz e entra nas cobertas. Não está debaixo da cama ou dentro armário. Está em minha pele e tem um nome. Não pergunte. Não descubra. Nunca saiba o nome do seu medo, ou irá chamá-lo... Seus lábios podem estar selados, mas sua mente repetirá: Donavan... Donavan... Donavan.” Na Aparecida dos anos 70, uma cidade erguida no centro de um milagre, conhecemos a história de Marta e sua filha Clara. De sua terra cultivada por fé a malignidade cresce no coração de uma mãe devota. As orações que a padroeira não atende são feitas agora para eles: anjos caídos. Ela não deveria saber o nome do demônio que atendeu sua prece, e a abominação despertada é tão grande que todos vão pagar pelo seu pecado. O mal só precisava que alguém o chamasse pelo nome e agora está entre nós. "Faça uma oração antes de dormir e deixe a luz acesa. Se vir a fé em seus olhos, talvez vá embora. Mas ele virá” — Por que um demônio iria querer vir até à casa de Deus, minha jovem? — Por que o senhor iria até a casa do demônio, padre? — Para levar a luz até ele. — O demônio também tem seus planos. 


"Porque até mesmo o mal tem um nome..." 





Um enredo aterrorizante!

Cidade de Aparecida do Norte, 1971

Marta tem quarenta e dois anos e é conhecida como 'a mãe tardia', apelido que ganhou de duas vizinhas mexeriqueiras. Ela é casada com João e tem dois filhos, o mais velho com cinco anos, chamado Roberto. Agora, grávida de seis meses, anseia por uma garotinha.
— É na adversidade que a fé se mostra mais difícil, porém mais eficaz para curar a alma. Milagres são realizados a partir da dor e do sofrimento do espírito, mas ele surge na semente da fé. Você tem que ser a primeira pessoa a acreditar no seu milagre. (Livro: Quando o Mal Tem Um Nome, de Glau Kemp)
(clique na imagem para maior resolução)

Devota de Nossa Senhora de Aparecida, ela se confessa com o padre Jonas, um sacerdote jovem e muito bonito. E ansiosa para saber qual o sexo do bebê, escondida do marido, rouba dinheiro de um tio e segue com João até São Paulo, a fim de fazer uma ultrassonografia. 
Por que a santa recusou sua fé? Marta clamou por perdão, implorou por um chamado e discernimento. Chegando o amanhecer, a semente plantada pela cartomante deu um fruto. Marta teve sua fé renovada, desta vez no obscuro. (Livro: Quando o Mal Tem Um Nome, de Glau Kemp)
Certa de que terá outro menino, Marta procura ajuda por meios nada viáveis, acabando por participar de um ritual, ficando sob o domínio do mal. Ela consegue ter a sua tão desejada garotinha, a qual dá o nome de Maria Clara. Ao apresentar a filha para o padre, é surpreendida por um pedido, para que batize a criança o quanto antes.
Racionalmente não poderia identificar o odor que as pessoas sentem antes de morrer. Mas alguma coisa dentro de seus ossos dotava do conhecimento, afinal a morte era uma adversária pequena para quem havia se deitado com demônios. (Livro: Quando o Mal Tem Um Nome, de Glau Kemp)
Agora cesso os comentários para não soltar mais spoilers.

Dividido em duas partes, já na Nota da Autora, afirmo que borrei as calças.

QUANDO O MAL TEM UM NOME é uma história pra lá de aterrorizante, traçada de forma natural e perturbadora. Lendo-o eu imaginei todos os acontecimentos. Trata-se de uma trama assustadora, um enredo para os amantes do gênero sobrenatural/terror, onde o tempero maior é o mal disfarçado de bem. A cada virar de página eu ansiava por mais, além de torcer por Clara, pois a meu ver ela era nada menos que uma vítima — diga-se de passagem — a principal vítima. Algumas cenas são de arrepiar, e apesar de achar o final com um ritmo mais lento, ainda assim mostrou-se excelente, brindado-me com o melhor do terror. SIM, O MAL TEM UM NOME... ELE SE CHAMA DONAVAN. E eu não digo nada mais que isso, você terá de ler o livro pra saber. Se eu gostei?! NÃO, EU NÃO GOSTEI! EU MEGA AMEI!!! E leio até mesmo a lista de compras da autora. o/

O enredo é narrado em terceira pessoa, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; a diagramação está boa, no formato padrão digital; e a capa estampa uma Maria Clara em transe, entre um pentagrama do mal.


Livro: Quando o Mal Tem Um Nome
Autora: Glau Kemp
Gênero: Sobrenatural/Terror
Publicação Independente
Ano: 2017
Páginas: 204

27 de abr. de 2018

"Às vezes, por aqui..."

 
Às vezes, por aqui, me deparo com paixões do passado, o que me faz querer voltar no tempo. É tão estranho e acolhedor. Gostaria de ter a chance de escolher novamente. Talvez desse certo, talvez não. Ahhh, como amadurecemos com o tempo: aquela declaração deixada de lado; aquele ciúmes em excesso; aquela vida; aquele momento. Contudo, tão certo quanto o meu agir é a esperança de fazer o coração palpitar novamente.

[Texto de]: Simone Pesci 

"Quando a gente canta..."

A gente canta.
A gente dança.
A gente descansa.

Difícil mesmo é cansar de cantar a vida e viver descansando numa rede inventada. E digo isso por experiência, pois a minha rede está cansada: não de acolher a música, mas sim de não encontrar o ritmo.

É ordinário tomar as dores do mundo e, com isso, deixar de cantar. O mundo nem sempre é uma orquestra sinfônica, por isso devemos ter em mente o que cantar, e mesmo que seja uma junção de letra e ritmo desarmonioso, há de se cantar sem se cansar. 

Chega a ser estanho, pois até mesmo o que meus ouvidos não ouvem o coração sente.

Sente música.
Sente ritmo.
Sente desarmonia.

E mesmo vivendo nessa partitura desarmoniosa, ainda procuro pelo ritmo perfeito. 

Quem canta seus males espanta?!
Ah, não mesmo!
Quem canta deixa o ritmo levar.
E sequer pensa em deixar de cantar.

[Texto de]: Simone Pesci