6 de mai. de 2018

[ENTRE O CÉU E O INFERNO]: Max, Alex e Juan

Já faz um tempão que não posto nada sobre ENTRE O CÉU E O INFERNO, o meu primogênito publicado em 2014 e que, agora, está sendo repaginado para ser novamente publicado. Portanto, deixarei abaixo o parecer de uma das pessoas que conferiu sua versão passada. Logo menos teremos #EOCEOI muito mais lindo e emocionante. 🌷🌷🌷Fiquem atentos!



ALEX (protagonista): Como já disse ela é uma protagonista sem rótulos, por conta de ter tido uma história bem difícil é possível entender seu egoísmo inicial e sua carência no meio do enredo. O lado B de Alex é bem visível quando ela está com Max, o que deixa a história com um lado romântico lindo de se ler, dá a impressão de que ele ativa o que há de bom nela. #perfect

MAX: Bem, o mocinho da história é o típico sujeito que leva Alex ao céu. Só que Max não é o garotinho virgem esperando pela mulher certa aparecer em um vestido branco. O que eu gostei demais é que assim como Alex ele tem um lado B, porém inverso. Esse Lado B é mostrado quando ele próprio conta sobre a adolescência conturbada com Alex e revela que agiria da mesma forma se passasse pelo que ela passou.

JUAN: O típico vilão que eu gosto. Que te surpreende, que aparece quando tudo parece uma maravilha. Talvez o que eu tenha sentido falta foi uma justificativa de sua personalidade, mas é compreensível, por que podia ser que com isso a aura negra dele esmaecesse um pouco.

DONA ELIZA: Linda, linda e linda! Simplesmente amo ela e sei o por quê... Ela me recorda uma pessoa muito querida. Como ela aparece pouco na narrativa não dá pra falar muito dela sem spoliar, mas já adianto... Ela me fez chorar.

HUGO BRANDÃO: A personagem é plenamente justificável em todo o enredo, por suas escolhas e consequências ele é nada menos que um dos responsáveis por Alex ter se tornado a garota que é no começo do livro. Eu gostei muito da trajetória dele e fiquei com um pouco de agonia também.

Não falarei de TITO, CACÁ, TONY por que o que têm a falar deles é spoiler, eles têm uma participação muito curta no enredo.

P.S.: Palavras do amigo e autor, Michael Josh.

"Coração x Cérebro"

 O cérebro é o meu segundo órgão favorito.” (Woody Allen) 
— Fique quieto!

— Você precisa me escutar…

— Não. Não quero ouvir.

— Não me deixe aqui sentindo tudo sozinho…

— Chega! Você não manda mais aqui.

E virou as costas, desviando seu caminho. O parceiro de tantas paixões, amigo Coração, ficou ressabiado dentro do seu recanto. Foi designado a ele que não saísse de lá, que não exercesse mais função afetiva e continuasse seu trabalho habitual de tocar o sangue para frente, bombear sem titubeios, definir o fluxo, deixar passar, sendo somente motor, apesar de seu potencial eminente.
“Quando se amarra bem o próprio coração e se faz dele um prisioneiro, pode-se permitir ao próprio espírito muitas liberdades.” (Nietzsche) 
Se era o espírito ou razão que a controlariam, ainda não sabíamos nesse momento da história. O que ficou bem claro, fato consumado em sua totalidade, foi que apesar de cheio de água vermelha, o Coração ficou oco, dolorido em sua umidade. Fora deixado em paz, mas paz mesmo não encontrou. Esse golpe não esperava.

Cabreiro e abandonado, foi posto de lado pela primeira vez na vida. Sempre fora o Conselheiro-mor., o primeiro a ser inquirido, o autor da palavra final. Ela seguia o que o Coração mandava.
O que você sabe, Coração? 
Ele sempre sabia, mesmo não entendendo. Acertava até quando só palpitava, de palpite mesmo e, às vezes, de palpitação, quando a adrenalina o subjugava. Queria só dizer a ela que não se esquecesse do amor, mas teve as portas trancadas.

No entanto… alguém chegou para assumir o posto.
“Ninguém se mexe! Meu cérebro caiu” (frase de Jack Sparrow, em Piratas do Caribe)
— Deixe eu colocar ordem no recinto.

— Sim, sim, a casa é sua agora.

— Sempre foi, minha querida, sempre foi. Mas deixei você se iludir um pouco, pois sabia que no tempo certo voltaria para mim.

— Nossa, fui tão imatura que me envergonho disso.

— Sim, é hora de se envergonhar mesmo. Mas vou cuidar de tudo.

E foi assim que o Cérebro, aquela figura amedrontadora por ser tão dono de si, altivo e colossal mesmo com sua pouca estatura, pisoteou fortemente nos vestígios de amor jogados ao chão a fim de não os deixar mais tomar vida.

— O resto é só apêndice.

5 de mai. de 2018

[E-books gratuitos]: Dias 05, 06 e 07 de Maio

Geinteinnn... "Johnny e o seu Opala azul metálico" e "Contando a Canção" estão no 0800, op's, gratuitos até segunda-feira (dia 07/05). Para quem não tem o aparelho Kindle para leitura, basta baixar gratuitamente o aplicativo no seu smartphone, tablet ou computador (deixarei o link abaixo). Bem vindos à estrada da morte e ao universo da vívida partitura!


✔ Baixe os e-books gratuitamente, clicando AQUI.
✔ Baixe gratuitamente o aplicativo, clicando AQUI.

3 de mai. de 2018

Permita-me um pedido:

Quero uma vida em branco! Isso mesmo, em branco, onde eu possa colorir uma nova história, com personagens de olhos bem arregalados para que o novo desenho nasça sem erros. Quero muitas cores. Muitas mesmo. Quero tantas quantas forem possíveis para esquecer o cinza da quarta-feira que fere. Além das cores quero também perfumes. Quero cheiro da manhã bem como daquilo tudo o que é novo, que acaba de nascer, que tem força... O risco de me perder neste novo desenho é mínimo, pois não faltarão luzes a me guiar pelas linhas traçadas a mão livre e forte. Aviso que esta vida em branco terá como seu primeiro traço a linha do horizonte, daqueles a perder de vista, para que assim eu caminhe muito conhecendo novas pessoas. E quanto a você, não se preocupe. Terás seu lugar nesta nova vida, mas corra, pois as vagas são poucas. Serás bem vindo, desde que traga sua sinceridade e disposição para continuar a ser chamado de amigo. O que? Se nesta vida as mágoas terão espaço? Ah, não, essas não combinam com o novo colorido. O lugar que antes era reservado às mágoas agora será dedicado ao cuidado de saber quem realmente quer figurar nesta nova moldura. Agora se não for possível dar-me uma vida em branco, dê-me uma borracha, para que eu apague lembranças e sorrisos que um dia feriram esta alma que hoje suplica o direito de recomeçar. 

★ Por: Júlio Cesar Lima ★

[Quote]: Redenção — de Simone Pesci

Olá, pessoal!
Já faz um tempinho que estou estacionada nos textos. Porém, surgiu aquela vontadinha de dar continuidade em um dos meus enredos inéditos, ou seja, REDENÇÃO. E nada obstante, não perdi tempo, e mesmo não sequencialmente, estou mandado ver em um dos capítulos que mais ansiava escrever: a entrega de Ágata para Lúcifer... Op's, para Lucius Oliver. Confira abaixo um quote deste capítulo e, claro, um vídeo com a canção que será pano de fundo da cena.



— Então me mostre! — Ela desafiou-me. 

Eu poderia me materializar até mesmo como um demônio hollywoodiano de série via streaming. Mas decidi mostrar a ela a minha verdadeira essência. Aproximei-me, fazendo com que uma luz resplandecente surgisse ao meu redor, em seguida minhas asas negras despontaram. 

— Lindo! — disse Ágata, tocando minhas asas. 

— Como caíste do céu, sou a estrela da manhã! Não há beleza alguma nisso.


P.S.: Vídeo editado por Simone Pesci