O que essas três histórias têm em comum?! Todas são inspiradas em canções!!! 🎼🎼🎼 Lembrando que os e-books estão com um preço acessível e também no Kindle Unlimited. Clique no link e confira as sinopses e avaliações. Bem-vindos! 🌷🌷🌷
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8 de abr. de 2020
8 de jan. de 2020
[Divulgação]: Dezesseis, A Estrada da Morte e Contado a Canção
Olá, lovers!
Como eu não divulgo meus livros faz um tempinho, resolvi fazer essa postagem para deixar o link para vocês adquiri-los. Queria pedir, de coração, que para quem já os leu, por favor, avalie e comente (resenha) na Amazon e Skoob, pois isso é de suma importância para visibilidade das obras. Desde já, agradeço.

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Simone Pesci
16 de fev. de 2019
[Conto]: INVÍDIA, DO DESEJO AO CASTIGO — de Simone Pesci
Eu escrevi esse conto para participar de uma antologia inspirada nos sete pecados capitais, mas, infelizmente, não rolou o projeto. Desde então o conto está engavetado, pensei em colocá-lo na Amazon, mas, por fim, estou disponibilizando ele aqui no blog. Agora convido a todos para conferir a sinopse e o conto INVÍDIA, DO DESEJO AO CASTIGO. Vem junto! o/
Sinopse: Patrick perdera a mãe aos oito anos e ficara aos cuidados do pai, um inclemente comandante da tropa inglesa. Ainda na infância conheceu Henry, que passou a ser o seu único amigo — e, juntos, foram treinados para se tornarem combatentes inclementes. Com o passar dos anos, Patrick passou a ser o comandante, tendo Henry como o seu braço direito. Contudo, no momento que soube que o seu melhor amigo estava noivo de uma bela jovem, a inveja apoderou-se de si, conduzindo-o a caminhos obscuros, ansiando pela felicidade do amigo. Será que Patrick conseguirá deixar de cobiçar a felicidade alheia?! Venha descobrir com INVÍDIA.
INVÍDIA, DO DESEJO AO CASTIGO
Copyright © 2019 Simone Pesci
Aos oito anos Patrick ficara aos cuidados do pai, Thomas Carter, um comandante inclemente da tropa inglesa. Sua mãe, Mary Carter, veio a óbito repentinamente, de algo que ninguém soube dizer. As lembranças foram sucumbindo o que de bom havia em seu coração, fazendo com que uma triste anedota tamborilasse em seus ouvidos.
Os anos passaram e as palavras deixaram de ter importância. Patrick fora treinado para tornar-se um combatente inclemente. Ele conhecera ainda na infância, Henry, filho de Hugh Swayze, braço direito do seu pai. E teve como refúgio aquela única e verdadeira amizade.
Patrick era brindado com um porte físico mediano, além de uma beleza deslumbrante, com seus olhos cristalinos de tom azul, além de cabelos pretos lisos e abaixo dos ombros. Henry, por sua vez, era de porte físico gigantesco e uma beleza rústica, com olhos escuros e penetrantes, salvo seus cabelos castanhos encaracolados, também abaixo dos ombros. Entre os dois havia um diferencial: um era o desfastio humanitário; já o outro era a afecção humanitarista. E o falecimento de Thomas Carter sobrechegou, fazendo de Patrick o comandante da tropa inglesa.
— O que escondes atrás de ti? — Patrick questionou Henry.
Eles estavam em uma das aldeias que, de tempo em tempo, passavam para cobrar impostos.
— Nada importante! — respondeu Henry.
Ambos se colocaram numa análise intensa.
— Interessante! — disse Patrick, ao se aproximar e avistar uma bela jovem.
— Patrick... — Proferiu Henry, estufando o peito. — Apresento-lhe Hester Evans, minha noiva.
Um terrífico silêncio se fez presente.
Patrick intercalou o olhar entre Henry e Hester.
— Noiva? — Patrick emitiu, incrédulo.
E mesmo demonstrando-se seguro, Henry sabia do risco que corria. Ter um amigo ególatra e cobiçoso o assustava. Hester empertigou-se em cumprimento, recebendo como retribuição o mesmo gesto. Patrick passou a observar o pequeno local que a jovem vivia, um casebre aconchegante, uma discrepância para uma jovem sem recursos.
— Até mais, Srta. Hester! — Patrick despediu-se.
Henry também despediu-se, apenas com um aceno de cabeça, a fim de não despertar o interesse do amigo. O dia transcorreu sem alardes, mas, ao final da jornada, Patrick indagou Henry.
— Estou curioso... Como uma jovem sem qualquer recurso consegue se manter?
Henry respirou fundo, e já se dando conta de que viriam mais perguntas, replicou:
— Ela morava com a mãe, que adoeceu e veio a óbito tempos atrás — Henry foi direto com as palavras. — Acho melhor cessarmos esse inquérito.
A fim de consumir alguns copos de cerveja e preencher o estômago vazio, Henry deus às costas e seguiu até a taverna. Por tempo indeterminado conversou com outros combatentes, além de saciar a fome. Patrick, por outro lado, passava dia e noite vislumbrando Hester como sua. E mesmo sendo disputado por belas damas, fez da noiva de Henry sua obsessão. Relembrou de vários instantes em que o amigo esteve ausente, provavelmente desfrutando de ínfimos momentos ao lado da amada. E mais terrível foi constatar que Henry a mantinha, oferecendo-lhe conforto e amor.
A ambição de tê-la para si chegou em alta voltagem, desconsiderando o sentimento vigente que o amigo sentia. Patrick passou a observar o casal às escondidas. O tempo passava e ele não aceitava tamanha felicidade, o que o fez se envolver com mulheres da vida e, ainda assim, não deixar de invejar o combatente amigo.
“A coragem está em seu sangue, da mesma forma que a inveja inflama sua essência. Seja merecedor de suas conquistas, e que a inveja não o envolva em ebriedade...”, foram as últimas palavras da mãe.
Os anos passaram e as palavras deixaram de ter importância. Patrick fora treinado para tornar-se um combatente inclemente. Ele conhecera ainda na infância, Henry, filho de Hugh Swayze, braço direito do seu pai. E teve como refúgio aquela única e verdadeira amizade.
Patrick era brindado com um porte físico mediano, além de uma beleza deslumbrante, com seus olhos cristalinos de tom azul, além de cabelos pretos lisos e abaixo dos ombros. Henry, por sua vez, era de porte físico gigantesco e uma beleza rústica, com olhos escuros e penetrantes, salvo seus cabelos castanhos encaracolados, também abaixo dos ombros. Entre os dois havia um diferencial: um era o desfastio humanitário; já o outro era a afecção humanitarista. E o falecimento de Thomas Carter sobrechegou, fazendo de Patrick o comandante da tropa inglesa.
— O que escondes atrás de ti? — Patrick questionou Henry.
Eles estavam em uma das aldeias que, de tempo em tempo, passavam para cobrar impostos.
— Nada importante! — respondeu Henry.
Ambos se colocaram numa análise intensa.
— Interessante! — disse Patrick, ao se aproximar e avistar uma bela jovem.
— Patrick... — Proferiu Henry, estufando o peito. — Apresento-lhe Hester Evans, minha noiva.
Um terrífico silêncio se fez presente.
Patrick intercalou o olhar entre Henry e Hester.
— Noiva? — Patrick emitiu, incrédulo.
E mesmo demonstrando-se seguro, Henry sabia do risco que corria. Ter um amigo ególatra e cobiçoso o assustava. Hester empertigou-se em cumprimento, recebendo como retribuição o mesmo gesto. Patrick passou a observar o pequeno local que a jovem vivia, um casebre aconchegante, uma discrepância para uma jovem sem recursos.
— Até mais, Srta. Hester! — Patrick despediu-se.
Henry também despediu-se, apenas com um aceno de cabeça, a fim de não despertar o interesse do amigo. O dia transcorreu sem alardes, mas, ao final da jornada, Patrick indagou Henry.
— Estou curioso... Como uma jovem sem qualquer recurso consegue se manter?
Henry respirou fundo, e já se dando conta de que viriam mais perguntas, replicou:
— Ela morava com a mãe, que adoeceu e veio a óbito tempos atrás — Henry foi direto com as palavras. — Acho melhor cessarmos esse inquérito.
A fim de consumir alguns copos de cerveja e preencher o estômago vazio, Henry deus às costas e seguiu até a taverna. Por tempo indeterminado conversou com outros combatentes, além de saciar a fome. Patrick, por outro lado, passava dia e noite vislumbrando Hester como sua. E mesmo sendo disputado por belas damas, fez da noiva de Henry sua obsessão. Relembrou de vários instantes em que o amigo esteve ausente, provavelmente desfrutando de ínfimos momentos ao lado da amada. E mais terrível foi constatar que Henry a mantinha, oferecendo-lhe conforto e amor.
A ambição de tê-la para si chegou em alta voltagem, desconsiderando o sentimento vigente que o amigo sentia. Patrick passou a observar o casal às escondidas. O tempo passava e ele não aceitava tamanha felicidade, o que o fez se envolver com mulheres da vida e, ainda assim, não deixar de invejar o combatente amigo.

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Simone Pesci
1 de dez. de 2018
[Adquira]: Dezesseis - A Estrada da Morte e Contando a Canção
Fim de semana chegou! Que tal se encontrar em duas leituras entorpecentes: DEZESSEIS - A ESTRADA DA MORTE, um enredo inspirado na canção Dezesseis, da banda Legião Urbana; e CONTANDO A CANÇÃO, 10 breves contos inspirados em canções. Lembrando que ambos estão à venda em formato digital, além de, claro, no Kindle Unlimited. Vem junto! 📖📖📖
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Simone Pesci
10 de out. de 2018
Meu Conto de Falhas — por Simone Pesci
Era para ser o meu conto de fadas, mas tornou-se o meu conto de falhas. Deixe-me explicar... Os anos nos prega algumas peças, tornando o enredo de nossas vidas em uma comédia... ou um drama... ou até mesmo um terror.
Diz a lenda que só se ama uma vez, mas deixa eu te contar uma coisa... A verdade é que se pode amar diversas vezes, de diversas formas e, claro, na dosagem que o coração ordenar.
Há ainda quem diga que príncipe encantado não existe, mas deixa eu falar outra coisa... EXISTE SIM! Às vezes nem tão encantado quanto imaginamos, mas na medida que faça o seu coração descompassar.
O meu conto de fadas tornou-se uma sucessão de falhas, tentando, a todo custo, extrapolar na manipulação de uma alteza — diga-se de passagem — inexistente, fazendo-me empenhar-me em recordações do passado. À propósito, foram poucos acertos e muitos erros, o que, tristemente, não me deixou ciente que o lado avesso pode ser o nosso lado certo.
E pensar que o relógio era a minha menor preocupação, sempre sonhando com os segundos arrastados que minha esperança fazia-me sentir. Mas aprendi que com os anos, em vez de clamar por um conto de fadas, temos que agradecer ao conto de falhas, pois são eles que nos faz crescer.
E pensar que o relógio era a minha menor preocupação, sempre sonhando com os segundos arrastados que minha esperança fazia-me sentir. Mas aprendi que com os anos, em vez de clamar por um conto de fadas, temos que agradecer ao conto de falhas, pois são eles que nos faz crescer.
Ó destino cruel, que me prega essa peça: onde não há amor, que não se demore. E assim sigo, sonhando com uma dura realidade e atrevendo-me a dizer: "E que faça de mim a sua morada!!!"

10 de ago. de 2018
[Serviços Editoriais]: Capas a Pronta Entrega
Está precisando de uma capa para o seu e-book?! Então segue mais duas novas capas a pronta entrega. Lembrando que cada capa está com um preço acessível, apenas R$50,00. Interessados entrar em contato no e-mail: simoniass@hotmail.com
**Confira todas as capas a pronta entrega, clicando AQUI.

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Simone Pesci
9 de ago. de 2018
"Dos varais de emoções..."
Das tristezas da vida, fui medicada com mais uma camuflagem de alegria. Carbonato de Lítio é o seu nome, o que me remeteu a uma canção da banda que eu mais amo. Desta forma, querendo saber se havia alguma ligação entre os dois, ou seja, remédio e canção, fui pesquisar todas as suas idiossincrasias.
Após a pequisa, fiquei ciente dos efeitos colaterais que a medicação proporciona, algo digno de uma celebridade triste e bipolar. Mas um momento: EU. NÃO. SOU. UMA. CELEBRIDADE. No entanto, me perco diariamente nesse varal de emoções: quase sempre impulsionada por antidepressivos e tantos outros despertares. Quem diria que eu, fã incondicional, tornar-me-ia um bebê errático.
Pois bem... Sinto falta de uma descamuflada alegria, simples e enternecedora, interligada a um varal de emoções verdadeiro. E, por este motivo, decidi não me camuflar. Afinal, a fã incondicional elucidou-me dos riscos e consequências, e que não há nada melhor que uma boa dosagem de realidade. Moral da história: I like it (I'm not gonna crack).
[Texto de]: Simone Pesci

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21 de jun. de 2018
[SERVIÇOS EDITORIAIS]: CAPAS A PRONTA ENTREGA
Segue algumas capas para e-book a pronta entrega, o valor é apenas R$50,00. Eu estarei sempre atualizando essa postagem com novas capas, e caso você tenha interesse, favor entrar em contato citando o número da capa para o e-mail: simoniass@hotmail.com
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Simone Pesci
31 de mai. de 2018
[Serviços editoriais]: Capas para e-book
Olá, lovers!
🎯🎯🎯 Tempos atrás postei algumas capas para e-book a pronta entrega (para conferir, clique AQUI). Hoje trago oito novos modelos. Caso alguém tenha interesse, favor entrar em contato informando o número da capa para o e-mail: simoniass@hotmail.com
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Simone Pesci
20 de mai. de 2018
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Ei, você... Está a fim de se encontrar em ótimas leituras?! Então convido a todos para ler DEZESSEIS - A ESTRADA DA MORTE e CONTANDO A CANÇÃO. O primeiro é inspirado na canção de mesmo título, da saudosa banda Legião Urbana — e o segundo é uma antologia com 10 breves contos inspirados em canções, entre elas com o repertório da Legião Urbana, Nirvana, Ira, Skid Row, Kid Abelha, Van Halen, Arnaldo Antunes e Nando Reis, Cindy Lauper, Jota Quest e, por fim, George Michael. Ambos projetos estão com excelentes avaliações e preço acessível, além de estarem disponíveis no Kindle Unlimited. Caso você não tenha o aparelho Kindle para leitura, basta baixar gratuitamente o aplicativo para o seu smartphone, tablet ou computador. Bem-vindos à estrada da morte e ao universo da vívida partitura!!! 🎶 📖 🎶

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3 de mai. de 2018
[Quote]: Redenção — de Simone Pesci
Já faz um tempinho que estou estacionada nos textos. Porém, surgiu aquela vontadinha de dar continuidade em um dos meus enredos inéditos, ou seja, REDENÇÃO. E nada obstante, não perdi tempo, e mesmo não sequencialmente, estou mandado ver em um dos capítulos que mais ansiava escrever: a entrega de Ágata para Lúcifer... Op's, para Lucius Oliver. Confira abaixo um quote deste capítulo e, claro, um vídeo com a canção que será pano de fundo da cena.
— Então me mostre! — Ela desafiou-me.
Eu poderia me materializar até mesmo como um demônio hollywoodiano de série via streaming. Mas decidi mostrar a ela a minha verdadeira essência. Aproximei-me, fazendo com que uma luz resplandecente surgisse ao meu redor, em seguida minhas asas negras despontaram.
— Lindo! — disse Ágata, tocando minhas asas.
— Como caíste do céu, sou a estrela da manhã! Não há beleza alguma nisso.
P.S.: Vídeo editado por Simone Pesci

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